Série Iniciados Vol. 23 | Seite 337

O uso de mapas conceituais no ensino de Administração: o ‘olhar’ docente de sua contribuição na aprendizagem discente do texto para os propósitos do texto via mapa conceitual foi mais muito mais tranquilo, foi muito mais fácil de alinhar o que eu queria com o que os mapas conceituais poderiam discutir.” (E2.9) “Eu acho que do ponto de vista da estratégia é mais fácil você conseguir direcionar sim, isso pra mim ficou claro. (...) Eu achei mais fácil de tentar tornar claro e operacionalizar determinado objetivo de aprendizagem que tava lá na ementa, isso sim, agora do ponto de vista da operacionalização da coisa, aí pra mim foi mais custosa.” (E3.9) “Eu percebo que é mais fácil, especialmente quando o objetivo é apreensão de conceitos teóricos. Eu acho que o uso do mapa, ele tem facilitado, ele é fundamental e tem sido reconhecido, né, pelos alunos ao final do semestre, apesar das reclamações durante. Ele atende os objetivos daquilo que eu pretendo fazer com os mapas. Pra cada metodologia de ensino que eu utilizo, eu tenho um objetivo distinto. Com o mapa é o aprendizado de conceitos teóricos, e aí nesse sentido o mapa conceitual eu acredito que ele facilite esse aprendizado e eu consiga atingir os objetivos.” (E5.9) Em relação as dúvidas presentes na elaboração, aos alunos não costumam pedir auxílio ao professor, como é possível observar na fala de E2. “Mais uma vez, que eles não tiveram dúvida. No meu caso foi muito tranquilo, aliás eu espero que continue fazendo o que ela tá fazendo nas disciplinas anteriores porque quando eu aplico é uma tranquilidade. Eu não tenho que explicar nada, ninguém tem dúvida de nada, pelo menos ninguém me perguntou absolutamente nada que entreguei.” (E2.10) Porém o fator experiência, novamente fez com que os alunos se sentissem inseguros na elaboração, surgindo algumas dúvidas. Fator que também pesou no lado docente, já que a falta de diretrizes não deixou claro aos alunos, quanto ao que fazer e como fazer. “Na primeira vez que eu apliquei que eu não fui muito claro nas diretrizes, que os alunos não tinham muita clareza e naquela primeira vez (...), então eu lembro que eu tive muita solicitação de apoio de grupos, pra tentar esclarecer, organizar, etc e tal, agora já dessa vez não, dessa vez foi melhor, dessa vez foi mais tranquilo, os alunos estavam melhor situados, eles demandaram menos tanto de mim quanto do meu monitor, mas houve ainda assim solicitações de apoio e pedidos de esclarecimento de dúvidas sim.” (E3.10) “No início eles buscam alguns auxílios, que é aquela inquietação, principalmente aquele aluno que nunca fez ou que não tem esse hábito de estudar fazendo resumo, fazendo esquema, ele só estuda através de uma leitura e de assistir a aula de estar ali através de uma aula expositiva. Então há umas inquietações iniciais mas que por vezes a regra sendo passada pra eles escrita né, algum roteiro de como construir, muitos deles conseguem vencer obstáculos por si só, quando não aí faz a consulta, até com colegas (...) ou então com o professor.” (E6.10) Foi possível perceber que os entrevistados ficaram divididos em relação ao autodirecionamento que os mapas conceituais podem estimular. De um lado, E1, E4, E5 e E6 sinalizaram que o uso de mapas conceituais trazem resultados positivos na autorregulação do aluno. “(...) Eu vi relatos, não diretamente né, de alunos que usam o mapa conceitual pra estudar porque tem muito mais facilidade, e o mapa especialmente porque é uma coisa muito particular, e é muito de síntese e é muito de você criar um modelo Série Iniciados v. 23 337