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O uso de mapas conceituais no ensino de Administração: o‘ olhar’ docente de sua contribuição na aprendizagem discente
E2 e E3 observam que essa relação teoria e prática, foi possível por conta do material aplicado, bem como, pelos exemplos dados em sala, enquanto E1 destacou a experiência profissional do aluno.“ Então, a questão muito que passa nessa pergunta é a experiência do aluno extra sala.(...) E tem uma aluna na noite que ela trabalha numa organização que meio que utiliza de algumas dessas práticas, então ela trouxe essa experiência dela né, prática.”( E1.7) Primeiro porque era empírico, segundo porque era de pleno entendimento porque todo mundo já passou por isso. Talvez se fosse muito mais complicado, se fosse um artigo cem por cento teórico e, pior, se fosse uma teoria que as pessoas não tivesse muita aderência no seu dia a dia né, essa pessoa tinha que fazer uma abstração muito grande para compreender como é que poderia ser, mas ali foi muito tranquilo foi escolhida a dedo por causa disso; banco todo mundo vai pra banco e todo mundo quando vai para banco tem fila, então foi uma análise das filas de banco à luz de uma entrevista com vários gerentes no Brasil inteiro.( E2.7)“ Percebo, percebo. Ele consegue sim fazer essa ligação porque, principalmente quando eles terminam, quando eles terminam o mapa que colocam na parede pra gente apresentar aí eles dizem assim: Eita professora, esse conceito aqui tem a ver com aquele exemplo que a senhora falou de uma empresa privada; esse conceito aqui ele não tá bem estabelecido na administração pública.”( E4.7)
Flexibilidade dos Mapas Conceituais
Quanto à flexibilidade no uso dos mapas, E2, E4 e E5 afirmam que os mapas podem ser flexíveis à medida que estimulam no aluno o seu pensamento criativo e o seu processo de reflexão.“ Eu acho que sim, eu acho que é um exercício eu acho que os mapas conceituais, a exemplos de outros, de outras abordagens mas nesse caso em particular os mapas eu acho que eles estimulam o aluno a refletir a respeito de quais elementos estão envolvidos(...), que estão envolvidos no problema e a articulação de conceitos e soluções para resolução de problemas, então eu acho que foi muito bom.”( E2.8)“ Acredito. São flexíveis sim, porque eu dou apenas orientações amplas e eles que desenvolvem a partir da criatividade.”( E4.8)“ Nesse sentido ele é flexível porque você pode colocar, perceber no texto vínculos que o próprio texto às vezes não deixou de maneira explícita, e aí você flexibiliza essa unificação de conceitos.”( E5.8) Em complemento ao exposto, Moreira( 1986) discorre que os mapas conceituais são flexíveis em razão de serem utilizáveis em qualquer sala de aula, para qualquer conteúdo, além de enfatizar a aprendizagem de conceitos, algo que segundo o autor fica perdido em meio à quantidade de informações que são entregues.
Independência e Autodirecionamento dos Alunos
Nas falas de E2, E3 e E5 é possível notar o quanto a estratégia de mapas conceituais permite ao docente direcionar os alunos, aos objetivos pretendidos com a disciplina ou com o conteúdo.“ Eu acho que depois que eles passaram por vários exercícios dos mapas em disciplinas anteriores, para eles era mais claro o propósito do mapa e o resultado. Não sei se fazendo isso pela primeira vez, eles teriam uma percepção tão clara antes de fazer, mas como ele já tiveram a experiência então eu acho que o direcionamento
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