Série Iniciados Vol. 23 | 页面 330

O uso de mapas conceituais no ensino de Administração: o ‘olhar’ docente de sua contribuição na aprendizagem discente e aí querendo ou não, eles ficam mais presentes naquele momento.” (E1.6). (...) Os alunos além do autodirecionamento que eles tem para com seus estudos eles também conseguem aprofundar mais o debate eles conseguem assimilar mais conceitos, a compreender, trazer exemplos, trazer relações, conexões do que simplesmente uma outra ferramenta ou apenas com a aula expositiva. (E6.12) “Eu acredito que os mapas conceituais, desde que eu os conheci, a partir das disciplinas do meu doutorado, eles colaboram com o aprendizado do aluno. Fazem com que os alunos passem efetivamente a ler os textos que são solicitados, algo que o professor se ele só pedir para que o aluno faça a leitura ele não vai fazer, e de alguma forma o mapa conceitual efetivamente os obriga a ler o texto para a construção desse mapa.” (E5.1) “Levando em conta até mesmo a capacitação do OPPA eu vim me dar conta que é uma metodologia de ensino ativa e tudo mais, e tanto por conta de eu sentir que era interessante eu dinamizar um pouco a minha prática docente quanto por eu perceber que ela era uma estratégia efetiva né.” (E3.1) Outro aspecto referente ao desempenho acadêmico que os entrevistados mencionaram, foi em relação a contribuição que os mapas trazem no domínio do conteúdo que os alunos apresentam ao utilizar esse diagrama. Eles afirmam que há uma boa absorção do conteúdo, que essa aprendizagem se dá de maneira significativa e que tiram o aluno do papel passivo, para uma postura de maior participação. Pacheco e Damásio (2009), também consideram que o desempenho na aprendizagem melhora, mas também indicam seu uso constante para superar as dificuldades de aprendizagem e de construção do mapa. “Nas duas ocasiões eu senti que 330 Série Iniciados v. 23 houve uma boa absorção do conteúdo por parte da turma (...). Mas eu sinto que foi uma coisa que rendeu bem, tanto do ponto de vista da fixação dos conteúdos, quanto do ponto de vista de quebrar a rotina você coloca o aluno numa outra condição que ele tem realmente que ficar um pouco mais proativo e tomar uma dianteira que se você não provocar, ele muito provavelmente não toma né.” (E3.2) “Com certeza, percebo isso em todas as aulas. Eu acho que os alunos, eles tendem a interagir mais, especialmente quando a gente faz mapas coletivos.” (E5.3) “O mapa conceitual no meu entendimento, ele vai fazer com que o aluno possa consolidar o conteúdo, então ele precisa por exemplo ler um texto e desse texto absorver alguns conceitos, alguns entendimentos...” (E6.2) “A própria teoria que trata de mapas conceituais já vem mostrando que o mapa conceitual ele faz com que esse aprendizado seja mais significativo, como eu falei na primeira questão. Então eu acredito que eles contribuem nesse sentido do aluno fazer essa leitura e não fazer uma leitura “rasa”, vamos dizer assim, é uma leitura mais aprofundada, ele vai precisar encontrar conceitos e encontrar correlação que existe entre os conceitos que são apresentados no texto, e isso facilita a aprendizagem deles.” (E5.2) “O mapa conceitual ele acaba sendo mais significativo porque o aluno aprende naquele momento pra fazer aquele conteúdo, mas ele acaba usando como método de estudo pra vida toda.” (E4.3) (...) à medida que ele passa um mês sem ver aquele material ao pegar esse mapa que ele construiu sobre determinado assunto, vai acionar algo na cabeça dentro do aluno dizendo