as relações (sistemas) fora do
“plano do absurdo” e assim,
restabelecer o equilíbrio interno
dos sistemas (relações) cotidianos.
Talvez a necessidade da arte —
entendida como experiências
disparadoras de reflexão e
questionamento da vida em
sociedade — possa ser, em alguns
casos, justamente o motor de partida
de uma poética-projetual que se
instaura a partir da investigação
individual do designer, enquanto
ator da sua conduta criadora.
SEQUÊNCIA 21:
imagens de de mãos
interagindo com os
livros da Incubadora
de Publicações
Gráficas (2018). Longe,
um mar movendo
em meus ouvidos
(Yohanna Marie);
Travessia (Agnes
Cajaíba); Vagalume
(Clara Cerqueira
eTúlio Carapiá) e
Levante, o sistema
caiu (Daniel Lisboa)
dos outros seres humanos com
o seu ambiente. Contudo, essa
investigação individual não pode
ser confundida com um processo
solitário de isolamento. Pelo
contrário, se dá alternadamente
entre socialização e introspecção
reflexiva, movimentos que
possibilitam ao eu a experiência
do outro em sua alteridade,
do eros que o resgata de seu
inferno narcisista levando-o,
em pensamento, a trilhar o
intransitado (HAN, 2017a).
SEQUÊNCIA 22:
imagens da exposição
Respiros Poéticos
(Zulmira Correia, 2019)
e de outras experiências
para a revista Miolo 2.
SEQUÊNCIA 23:
imagens da artista Lia
Cunha imprimindo
gravuras em metal
para o livro Escuro
(2018), e trechos de
um dos vídeos da
série Muda (2018)
SEQUÊNCIA 24: imagens
das feiras híbridas
soteropolitanas Tabuão
(2016), Paraguassu
(2017), Ladeira
(2017) e Pedra Papel
Tesouro (PPT).
Sinto que ao conhecer a si mesmo no
plano individual e se comprometer
com os princípios poéticos de
sua conduta criadora, desde sua
formação, o designer estará mais
apto para mediar a interação
CENA 4: Encruzilhadas.
Peço licença para tomar
respeitosamente de empréstimo
o conceito de encruzilhada das