Foi então que apliquei uma ferramenta de coaching chamada “Ganhos e Perdas”, mostran-do aos demais o nosso ganho com a mudança de comportamentos e crenças, bem como as perdas que teríamos se a situação persistisse.
De forma organizada e sistêmica as soluções emergiram em um clima de compreensão mútua e com isso a turbulência deu lugar a resultados concretos, assim como o tempo gasto em acusa-ções transformou-se em ações efetivas.
O monitoramento tem que ser constante, para a situação não retornar, mesmo por que novos percalços surgem. Mas aí está o novo desafio, não permitir que a turbulência se torne maior que o propósito de vencer.
Personal, Professional & Career Coach pela Sociedade Brasileira de Coaching. Líder Coach de Produção e de Gestão de Projetos.
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GANHOS & PERDAS
Ganhos por trabalhar em equipe
(Motivadores - Prazer)
• Melhoria de resultados na produção e no desempenho das áreas de apoio;
• Apoio entre as áreas;
• Redução de problemas de parada de máquinas e conflitos entre as áreas;
• Melhoria na comunicação, sobre as verdadeiras causas;
• Nova cultura organizacional para solução de problemas;
• Diminuição estresse na tomada de decisão;
• Melhor aproveitamento de tempo e gestão de conflitos em reuniões diárias.
Perdas por trabalhar em equipe
(Sabotadores – Dor)
• Saída da zona de conforto, por precisar comprometer-se com a solução;
• Mudança dos antigos argumentos, pois o foco deve ser na solução e não em achar culpados;
• Perda da comodidade de velhos comporta-mentos, por que para sugerir soluções deve-se comprometer-se e agir com mais rapidez e eficácia.
Ganhos por NÃO trabalhar em equipe
(Sabotadores – Prazer)
• Permanência na zona de conforto (o que nem sempre é favorável e principalmente por ferir os interesses da empresa).
Perdas por NÃO trabalhar em equipe
(Motivadores – Dor)
• Eficiência nas ações, melhores resultados na produtividade e nos indicadores das áreas de apoio;
• Oportunidade de vencer os desafios e criar uma postura proativa;
• Angariar novos conhecimentos e novas ferramentas para atingir as metas das áreas e da organização;
• Crescimento profissional;
• Correr o risco de perder o cargo, pois os problemas não são resolvidos.