REVISTA LÍDER COACH FEVEREIRO 2015 # 2 | Page 31

Foi então que apliquei uma ferramenta de coaching chamada “Ganhos e Perdas”, mostran-do aos demais o nosso ganho com a mudança de comportamentos e crenças, bem como as perdas que teríamos se a situação persistisse.

De forma organizada e sistêmica as soluções emergiram em um clima de compreensão mútua e com isso a turbulência deu lugar a resultados concretos, assim como o tempo gasto em acusa-ções transformou-se em ações efetivas.

O monitoramento tem que ser constante, para a situação não retornar, mesmo por que novos percalços surgem. Mas aí está o novo desafio, não permitir que a turbulência se torne maior que o propósito de vencer.

Personal, Professional & Career Coach pela Sociedade Brasileira de Coaching. Líder Coach de Produção e de Gestão de Projetos.

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GANHOS & PERDAS

Ganhos por trabalhar em equipe

(Motivadores - Prazer)

• Melhoria de resultados na produção e no desempenho das áreas de apoio;

• Apoio entre as áreas;

• Redução de problemas de parada de máquinas e conflitos entre as áreas;

• Melhoria na comunicação, sobre as verdadeiras causas;

• Nova cultura organizacional para solução de problemas;

• Diminuição estresse na tomada de decisão;

• Melhor aproveitamento de tempo e gestão de conflitos em reuniões diárias.

Perdas por trabalhar em equipe

(Sabotadores – Dor)

• Saída da zona de conforto, por precisar comprometer-se com a solução;

• Mudança dos antigos argumentos, pois o foco deve ser na solução e não em achar culpados;

• Perda da comodidade de velhos comporta-mentos, por que para sugerir soluções deve-se comprometer-se e agir com mais rapidez e eficácia.

Ganhos por NÃO trabalhar em equipe

(Sabotadores – Prazer)

• Permanência na zona de conforto (o que nem sempre é favorável e principalmente por ferir os interesses da empresa).

Perdas por NÃO trabalhar em equipe

(Motivadores – Dor)

• Eficiência nas ações, melhores resultados na produtividade e nos indicadores das áreas de apoio;

• Oportunidade de vencer os desafios e criar uma postura proativa;

• Angariar novos conhecimentos e novas ferramentas para atingir as metas das áreas e da organização;

• Crescimento profissional;

• Correr o risco de perder o cargo, pois os problemas não são resolvidos.