LiteraLivre Vl. 3 - nº 17 – Set./Out. de 2019
Wagner Azevedo Pereira
Nova Iguaçu/RJ
Coisa de poeta
Foi no mar, na beira do desejo
Que eu te vi, que eu te sonhei
Em forma tão flor ou de beijo
Que se pode falar e bem sei
Só em versos que explode em cores
Para a verdade ao mundo luzir
Só em sons que vislumbram amores
Para a essência, delicadeza surgir
Se o canto protege sem nada querer
O que saber então da luz que decreta?
O que pode ou não deve acontecer...
Se minto em real maneira completa
É porque é assim que se deve ser
Isso é por direito, é coisa de poeta!
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