LiteraLivre Vl. 3 - nº 17 – Set./Out. de 2019
sensação extensa mas compacta,
revela a posição de quem não mais mata
A visão não nega, o som não mente
Barulho bisonho não deixa dúvida
A fuga se tornou inevitável
E lá se vai tanta procura
e a busca vai sendo deixada
e a esperança que ainda sussurra calada
me obriga refazer a jornada
No trajeto marcado, recém desbravado,
A cada galho quebrado, um futuro deslumbrado, agora deixado,
a outro inspirado, que sonhe o mundo deste lado.
No perder da presa, volto sem pressa
Bolsa vazia, não deixa dúvida
Como posso ter perdido? Como posso ter errado?
No rastro deixado, não escondo a euforia
A FOTO TREMIDA PRA SEMPRE LEMBRADA COM MUITA ALEGRIA
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