LiteraLivre Vl. 2 - nº 12 – Nov./Dez. de 2018
nossa pele. Se recordamos alguém querido, ele aparece. Aparece também com a
lembrança de pessoa odiada.
Há quem diga que a fonte, que a origem de todos eles é única, como se eles
fossem feitos de uma mesma energia, que se manifesta de múltiplas formas.
Não se consegue viver sem ele. Até mesmo quem o tem em níveis muito
baixos, acaba tendo uma vida que não é vida. Mesmo quando nos faz sofrer, é
melhor tê-los assim do que não os ter, pois dizem que ele sempre nos ensina
alguma coisa.
Pode ser incompreendido, não aceito, discriminado. Nestes casos machuca
ainda mais.
Quando não correspondido, corrói por dentro.
É força viva, que conecta as pessoas. É capaz de unir, de mobilizar multidões.
Assim ele é... Poderia falar sobre ele indefinidamente, pois é imensa a sua
riqueza e variedade.
Mas vou ficando por aqui. Sem dizer o seu nome. Porque ele é tão grande que
não caberá em nenhum nome.
http://contogotas.blogspot.com
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