Carmen
porém o interesse em levar o jogo para o lado
profissional começou entre os anos de 2014 e
2015, quando ela viu o um time profissional
atuando e, após isso, a gamer se apaixonou
pela ideia de jogar o game profissionalmente.
Tavares comenta que já sofreu
preconceito no jogo. “Sofri com o machismo
inúmeras vezes. É difícil adentrar nesse
universo dos games que, infelizmente, ainda
Imagem: Ingrid Peixoto
contar com ninguém para ajudar. Já estive
em momentos que precisei recorrer aos
administradores do jogo e, obtive sucesso
na denúncia. Mas, sei que muitas mulheres
sentem-se desamparadas e, por isso, é
importante outras pessoas se posicionarem a
favor da equidade no jogo”
Ambas dizem que os próprios
desenvolvedores dos jogos podem mudar esse
Imagem: Danilo Santana
Vanessa Tavares em campeonato disputado junto com sua equipe de LOL
é muito machista, sem ouvir pelo um menos
“até que você joga bem para uma menina”
ou “você deveria lavar a louça e não estar
jogando”. Acho que quase todas as meninas
já passaram por situações assim e isso é
extremamente desmotivador”.
Desirèe Assis é estudante de Jornalismo
e joga LoL há 3 anos, ela revela que também
já sofreu preconceito nos games. “Muitas
vezes a comunidade é tóxica o bastante para
propagar discursos sexistas. É horrível passar
por essas situações e é ainda pior não poder
cenário. Para Tavares, o interessante seriam
as empresas, além de continuar incentivando
as meninas a jogarem em times femininos,
como já fazem, começarem também a buscar
incentivar mais os times e competições mistas.
Falta no cenário de quase todo jogo um time
em que hajam homens e mulheres atuando e
jogando juntos competitivamente, não apenas
um ou o outro”.
Já
Desirèe
acredita
que
os
desenvolvedores podem fiscalizar mais os
chats e conversas que acontecem nos jogos,
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