Revista Educar FCE EDUCAR FCE 6ED VOL1 - 23-06-207 | Página 324

CONSIDERAÇÕES FINAIS

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A partir das perspectivas levantadas por Oliveira( 2010), Pereira( 2012) e Wiederkehr( 2008), associados às contribuições dos demais autores consultados, este trabalho evidenciou a necessidade da relação entre as políticas públicas e a gestão escolar, onde os programas governamentais são peças fundamentais à melhoria do sistema de ensino brasileiro, tanto sobre os âmbitos políticos, administrativos e, principalmente, pedagógicos.
A gestão escolar é considerada responsável pelo cumprimento do princípio legal da promoção de educação a todos, e as ações propostas pelos programas governamentais são elementos necessários para que as escolas públicas desenvolvam atividades e currículos pedagógicos fundamentos na ética, participação, comunicação e transparência, com o propósito de se alcançar a democratização do ensino.
Estas ações são essenciais para que a integração do ensino médio e técnico possa dispor de professores intermediadores entre os alunos e o alcance do aprendizado, para que possam fazer a diferença com suas ações e conquistar seu espaço no mercado de trabalho.
Ainda que a educação brasileira atual enfrente diversos desafios, é preciso priorizar as ações do Estado em promover condições pedagógicas, financeiras, estruturais, didáticas e de capacitação profissional para que as escolas possam desenvolver trabalhos condizentes com as determinações legais e possibilitar uma gestão escolar focada na coletividade, pela busca de objetivos comuns à comunidade escolar e o desempenho de ações responsáveis para promover mudanças significativas sobre o ensino como um todo.
Defende-se a ideia de que muitos são os problemas que podem influenciar negativamente a qualidade de ensino, mas, de forma geral, as ações devem ser focadas, pela gestão escolar, no interesse coletivo, com a responsabilidade de comprometimento dos gestores em questões políticas-educativas para que as escolas públicas brasileiras possam se transformar e alcançar a primazia da qualidade de ensino e igualdade social.
Conclui-se, portanto, que os gestores escolares e o governo devem caminhar juntos rumo à responsabilização solidária e ética para zelar sobre a utilização de recursos públicos, assegurando a participação da comunidade para melhorar os aspectos pedagógicos, estruturais
324 ABRIL | 2017