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a enxurrada de camarões vindos da Índia e Equador.
No entanto, se os cuidados nos cultivos e a adoção de
práticas de biossegurança não forem postos em prática,
infelizmente é questão de tempo para que estes nichos
sejam afetados.
Assim, como a saída não é simples e leva certo tem-
po, a China vem investindo em parcerias com outros
países tais como Indonésia e Vietnã. Aquisição de fa-
zendas e demais tipos de parcerias vêm sido constante-
mente divulgados na mídia e parece ser uma alternativa
rápida para não deixar de abastecer aquele país. Ainda
em tempo, a elevação nos custos de produção (im-
pulsionado em partes pelos custos com mão de obra)
atrelados os desafios acima mencionados fazem do fu-
turo da carcinicultura chinesa ainda incerto. Apostas em
ciência e tecnologia parecem ser um caminho já em
curso. Sigo ansioso para escutar novas (e boas) histórias
do dragão chinês!
Figura 2. Exemplares do camarão japonês (a) e do camarão tigre (b) no mercado de Huochetou, Hainan, China.
© Maurício G. C. Emerenciano
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