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do seu valor, e os geneticistas quantitativos a conside-
ram depreciável.
Conhecer o valor destes efeitos e sua proporção
dentro da variabilidade fenotípica é o que vai nos dizer
a melhor e mais eficiente estratégia a adotar em um
programa de melhoramento. A essa proporção se a
denomina HERDABILIDADE. Relacionando o tema
com a coluna anterior, quando maior for a variabilida-
de inicial da população base, maior poderá ser a va-
riação genética aditiva inicial (maior número de alelos
atuando sobre o fenótipo de interesse), sendo maior
a possibilidade do uso da estratégia de SELEÇÃO nos
programas de melhoramento.
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em função dos efeitos da combinação de alelos, ou
seja, os efeitos de dominância. Quando a variância
aditiva é baixa, as populações não responderão efi-
cientemente à seleção. Se a variância aditiva é baixa,
quer dizer que a variância de dominância é alta. Nesse
caso, teremos que abdicar da SELEÇÃO e fazer uso
do CRUZAMENTO. A exploração da variância gené-
tica de dominância é o princípio básico da hibridação
de populações, podendo ser intraespecífica ou inte-
respecífica. Temos ainda a variância genética de epis-
tasia, que nada mais é do que o efeito da interação de
alelos de diferentes genes na caraterística de interesse.
A variância genética de epistasia é de difícil estimativa
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