Reflexões sobre Educação Volume 1 | Page 32

Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Desporto e Turismo existe uma receita pronta ou fórmula para que possamos ter sucesso. O fazer em sala de aula nos exige ter conhecimento: Quem são nossos alunos? O que estamos fazendo? Aonde queremos chegar? Como? Enfim muitas perguntas são feitas. Precisamos ter motivação de ensinar e o desejo de ajudar o aluno aprender para que o trabalho flua de maneira eficiente. O Programa Nacional de Alfabetização na Idade Certa – PNAIC, resgatou e reforçou muitas práticas já utilizadas por nós professores, porém com um embasamento teórico que se faz necessário, pois temos que compreender o que estamos fazendo, utilizando material de apoio de excelente qualidade, com uma linguagem acessível, redimensionando os três pri- meiros anos iniciais, levando-nos a reflexão sobre a ação pe- dagógica e adequando as práticas no bloco de alfabetização com um novo olhar. A utilização da prática do deleite (ler por ler, ler pelo prazer que a leitura oferece), a diversidade de gêneros textu- ais na sala de aula, o repensar no currículo, os projetos e se- quências didáticas fazendo com que o aluno construa suas aprendizagens, o planejamento de atividades onde a rotina esteja presente, dando segurança e sequência nas tarefas; o lúdico aprendendo com prazer, construindo regras através do jogo, a troca, convivência e a superação de frustrações vividas em sala de aula. A heterogeneidade nos oportuniza uma riqueza de saberes. A interdisciplinaridade costura os conhecimentos adquiridos e subsidiando novas aprendiza- gens e para finalizar, a inclusão social que é um dos maiores desafios dos tempos atuais nas nossas escolas, pois incluir não é socializar e para que possamos dar conta de todas essas demandas, não é uma missão fácil. Todos esses temas nos exige um esforço muito grande, um constante repensar e ana-