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MUDANÇA NO CENÁRIO
Quando falamos de jornalistas esportivas, alguns nomes aparecem em nossa mente. A carismática apresentadora Fernanda Gentil conquistou o público em 2013, durante a Copa das Confederações, após sua atuação na cobertura ao vivo da seleção brasileira na competição. Outro nome conhecido no jornalismo esportivo é o de Renata Fan, a primeira mulher a comandar um programa esportivo em TV aberta, que também se destacava por ser a única comentarista esportiva em uma roda de homens.
Mas precisamos lembrar que as jornalistas esportivas eram admiradas pela sua estética, muitas vezes ganhando função decorativa nos programas televisivos. Tratadas como “musas”, quando a discussão entrava em um patamar de profundidade de esquemas táticos e regras, as mulheres precisavam provar a todo instante que têm competência para falar de futebol.
predominantemente dominada por homens. Renata Silveira foi contratada pela Fox Sports como a primeira mulher a narrar a final da Libertadores e a primeira a narrar também um título internacional de um clube brasileiro, com o Athlético Paranaense na Copa Sul-Americana.
Neste mesmo ano outra barreira foi quebrada, o comentário. As mulheres já preenchiam os postos da reportagem esportiva e ocupavam os gramados participando da transmissão e entrevistando os jogadores. Mas quando passa da informação para a opinião, a presença delas sempre foi muito mais restrita. No SporTV, a jornalista Ana Thais Matos foi a voz feminina diária do programa Troca de Passes, que fez tanto sucesso que ocupou fixa do canal.
de Passes, que fez tanto sucesso que ocupou fixa do canal.
da reportagem esportiva e ocupavam os gramados participando da transmissão e entrevistando os jogadores. Mas quando passa da informação para a opinião, a presença delas sempre foi muito mais restrita. No SporTV, a jornalista Ana Thais Matos foi a voz feminina diária do programa Troca de Passes, que fez tanto sucesso que ocupou fixa do canal.