PROJETO OVNI - PORTUGUÉS Projeto Ovni português | Seite 45
possibilidade de liberação; que se somos capazes de conceber um universo
onde a liberdade, a perfeição e a plenitude são possibilidades, é porque
necessariamente é uma recordação presente em nossa memória coletiva; que a
pureza dessa recordação em qualquer um de nós, tenazmente evocada com
vontade e valor, pode ser suficiente para vincular-nos com aqueles mundos
inconcebíveis e verdadeiros; que não estamos sós, que não somos daqui, que
procedemos de um universo grandioso, cheio de criaturas livres e eternas, que
aguardam UM SINAL DE HONRA para acudir em nossa ajuda, porque sua
Honra se chama Lealdade, e permanecerão neste inferno, próximos a nós, até
que o último dos seus logre libertar-se.
Por estas razões, afirmamos que o mito da Virgem se mantém vigente em todos
os povos do planeta e com centenas de nomes e denominações; em todas as
religiões, é inspiração e sustento da fé individual e coletiva. A imagem da Virgem
Maria, que nos é tão familiar, é uma representação deste Mito ancestral no seio
do judaico-cristianismo e, em que pese encontrar-se distorcido o seu sentido
original, fez possível a convergência de centenas de nações, sem distinção de
nenhum tipo, sob a égide de uma igreja universal, possibilitando um
entendimento que, séculos atrás, teria parecido impossível.
A Virgem Católica é Venusina. Na foto está assentada sobre a esfera Venusina.
9. A BASE ANTÁRTIDA.
Segundo David Pascual, a exploração alemã do continente antártico remonta a
1873, sob o patrocínio da Sociedade Alemã de Viagens Polares ou Deutsche
Polar Schiffahrtsgesellschaft. As grandes travessias do “Gröland”, a mando de
Eduard Dallman, em águas antárticas estiveram cheias de novas descobertas.
Até 1925, realizaram-se oito expedições, e para os alemães era tão importante
fixar soberania naquelas terras, que antes da Primeira Guerra Mundial já
existiam planos para estabelecer uma base permanente na Antártida.
Mas foi com o poderoso impulso do novo regime nazi que se preparou a maior
expedição até então; em 1983 tinha-se preparado um navio polar, o
“Schwabenland”, especialmente equipado com catapultas a vapor para