Pedras e Demônios pd53 | Page 99
Como agenda para superar a baixa produtividade e para a reto-
mada do crescimento da economia sugerem uma série de reformas
no regime tributário e trabalhista, nas normas de comércio exterior,
na regulação dos setores de infraestrutura, além de um ambiente
de negócios que permita maior eficiência na abertura e fechamento
das empresas. Estas reformas não são, obviamente, as únicas, mas
sem dúvida são as prioritárias.
Como mensagem está a ideia central de que para se ser com-
petitivo é necessário competir, regra que vale para a firma e para
a economia brasileira, que devem começar por se esforçar para
aprender a competir. Não faltam bons exemplos na comunidade de
nações. O caminho é imitá-las e, para isso, como sugerem os auto-
res, há uma série de amarras que devem ser desfeitas.
Referências
BAIARDI, Amilcar. A industrialização a qualquer custo e a nova Polí-
tica Industrial. Revista Política Democrática, v. 11, p. 79-83, 2011.
BAIARDI, Amilcar. Desindustrialização, política industrial e polí-
tica de ciência e tecnologia no Brasil. Revista SODEBRAS, v.11, p.
36 - 41, 2016.
DE NEGRI, Fernanda; SQUEFF, Flávia. H. S. Sistemas Setoriais de
Inovação e Infraestrutura de Pesquisa no Brasil. Brasília: Ipea, 2016.
HAYAMI, Yurijo; W.RUTTAN, Vernon. Desenvolvimento agrícola:
teorias e experiências internacionais. Brasília: Embrapa, 1988.
RICARDO, David. Principios de Economia Politica y Tributacion.
México: Fondo de Cultura Economica, 1973.
VERNON, Raymond. La inversión internacional y el comercio interna-
cional en el ciclo de productos. In: ROSENBERG, Nathan. Economia
del cambio tecnológico. México: Fondo de Cultura Económica, 1979.
World Economic Forum & Fundação Dom Cabral. The Brazil Competi-
tiveness Report 2009 © 2009. Geneve, World Economic Forum, 2009.
Competitividade e competitividade:
97