O Cavaleiro de São João O Cavaleiro 34 | Page 48

Ano XII | Edição 32 | 48

Destaque Poético

OUTROS SERES
As folhas estão caindo e cobrindo as trilhas da floresta dos meus sonhos, onde existem duendes, gnomos, fadas, bruxas e outros seres não menos importantes ou tão mágicos quanto aqueles.
Venha e desfrute comigo esse tempo. Há sempre uma novidade a cada curva, você precisa ver... Seguiremos juntos por esse caminho. E poderei repartir com você, um pouco dessa magia. Venha...
Deolindo Dorta de Oliveira( Ao meu filho Pedro Fernando)
QUEM SOMOS NOS?...
Olho em volta reparo a grandeza deste universo então eu me pergunto afinal, quem somos nos? Somos sol, somos estrelas somos o macro e o micro cosmos somos corpo e somos alma neste espaço sideral. Somos anjos redentores ou demônios pecadores amantes dos prazeres neste mundo de ilusões. Somos tudo e somos nada nesta vida passageira somos puros pensamentos sem forma e sem medidas. Somos seres sentimentais que amamos e destruímos recheados de arrogância de orgulho e vaidade. E sendo assim eu concluo: seja fraterno e companheiro age sempre com benevolência já que na morte leva o que planta...
Giuseppe Martinelli.’. Guarapuava, 18 / 04 / 2014
DIREÇÃO
Que norte é esse? Que não representa direção nenhuma.
Que norte é esse? Que atrapalha a fala da bússola.
Que norte é esse? Que sem sorte abraça a morte!
Que norte é esse? Que não dá rumo...
Que norte é esse? Que não aponta o caminho, descaminho sozinho a grande estrada.
Assumo, a imensa solidão. Deolindo Dorta de Oliveira
MAÇONARIA
Em busca de mais filosofia Na antiga Loja ingressei. E foi nela, na Maçonaria, Nas reuniões que participei, Que descobri ser sabedoria, O dito:“ só sei que nada sei”.
De Sócrates, a grandiosa ironia; De Platão, o discípulo, me fiei. Em Aristóteles, a boa companhia. Foi quando muito da epistemologia: Que a ciência da natureza é lei.
Mas toda essa difícil teoria, Na qual de cara me aventurei, Foi o começo da vera empatia Dos filósofos que demais achei, Como Kant, Hegel, Sartre, que via Em suas palavras, com ardor busquei.
Os ensinamentos que ora sabia Não foram todos em vão, assimilei. O eterno aprendiz que percebia, Não bastava continuar na grei Nem cumprir apenas filantropia. É isso que demonstrar tentarei:
Pois, segundo a grande maioria A nossa instituição que pensei É muita amizade e harmonia. Da confiança participei, Solidariedade todo dia, E a igualdade que sempre terei. Luiz Carlos Bedran – M.’. I.’. da ARLS.’. Caridade Universal III – Or.’. de Araraquara – SP.
( Jornal O COMPANHEIRO – N º 64 2005)