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Terapia Aplicada Caderno científico [ IMPLANTE ] TERAPIA APLICADA Paciente do sexo masculino, com 48 anos de idade, compareceu à clínica de Odontologia da Universidade Paulista (campus Indianópolis/SP) seis meses após ter perdido o elemento 25 por fratura radicular. Ao exame clínico, observou-se uma deficiência no contorno vesti- bular do rebordo correspondente ao mesmo elemento (Figuras 1 a 3). Ao exame tomográfico, verificou-se que havia cerca de 9 mm de osso em largura e 6,2 mm de remanescente ósseo abaixo da cavidade sinusal. Optou-se pela técnica de elevação do seio via crista, para permitir a instalação de um implante de comprimento acima de 10 mm. Também foi utilizado o enxerto de tecido conjuntivo por vestibular, para tratar um defeito de concavidade e gerar um aspecto peri-implantar com características de normalidade. Após a anestesia por bloqueio da área (infraorbitário, pós-tuber e palatino) com aproximadamente um tubete de mepivacaína 1:100000 com epinefrina, foi realizada Figura 4 – Fresa com princípios de neurocirurgia com limitador de profundidade (stopper). Figura 1 – Vista frontal evidenciando o defeito de rebordo e indicação para técnica de ganho de volume vestibular. Figura 5 – Adaptador de seringa tipo Luer posicionado na embocadura de fresagem para a inserção de solução fisiológica. Figura 2 – Vista lateral após seis meses da exodontia e boa preservação de tecidos moles no sentido vertical. Figura 3 – Vista oclusal denotando espessura de rebordo suficiente para execução de técnica transcrestal. Figuras 6 – Radiografias inicial e transoperatória para a confirmação do material de enxerto acomodado sob a membrana e mensuração de ganho vertical. INPerio 2017;2(1):81-9 83