My first Magazine INPerio v.2-n.1 | Seite 25

MATÉRIA DE CAPA
Steve Jobs
Em uma garagem, dois carinhas trabalhavam em um monitor, em uma CPU com processadores menores e em uma interface de comunicação mais amigável com o consumidor final. Exatamente o que você tem no seu consultório hoje, mas com uma velocidade de navegação significativamente melhor.
De volta para o futuro
Em 1985, surgia o primeiro pacote de serviços – conhecido como protocolo Dicom 5 – para melhorar a comunicação entre os dispositivos que realizavam diagnósticos médicos( tomografi a, por exemplo) e geravam as imagens digitais.
A cor do dinheiro
Em 1986, modelos de cadáveres foram moldados e colocados em uma máquina de tomografia. Depois, as maxilas e mandíbulas foram“ desnudadas” e os volumes comparados, evidenciando como esta modalidade de imagem moldaria o futuro 6.
2001: uma odisseia no espaço
Não era o HAL e os astronautas não seriam mortos, mas uma máquina chamada NewTom DVT9000 adentrava o mercado norte-americano: bastava deitar o paciente na mesa.
A liga extraordinária
Em 2003, os aparelhos Accuitomo, i-CAT e Hitachi também foram liberados pelo FDA 12. Para os claustrofóbicos, que tal ficar em pé ou sentado? Dá para entender por que se tornaram tão populares agora na Implantodontia, caro leitor? Outra preocupação fora sanada: a dose de radiação havia diminuído consideravelmente.
Treze homens e um novo segredo
Explosão dos sistemas de escaneamento e digitalização: em 2007, diversos fabricantes já apresentavam pequenas unidades CAD / CAM para escaneamento de moldes e modelos de gesso. Outros fabricantes apresentavam seus softwares de planejamento, com bibliotecas de sistemas de implantes.
Os intocáveis
Em 1987, são publicados os primeiros estudos utilizando a TC 7-8. Entretanto, ainda não é possível integrar fisicamente o desenho da prótese na imagem.
Missão impossível
A tomografia computadorizada feixe cônico( CBCT) 9 foi introduzida no mercado europeu em 1996. Agora, maxila e mandíbula poderiam ser vistas e manipuladas tridimensionalmente. A imagem tinha profundidade( VV – voxel) e não mais as unidades de Hounsfield( HU).
Código para o inferno
Um esforço conjunto de diversos países 10-11 cria uma interface para apresentação e interpolação da prótese escaneada no tomógrafo com as imagens CBCT. Pela primeira vez, entre 1997 e 1998, os implantes podem ser posicionados e observados virtualmente na tela, antes de qualquer cirurgia. Guias cirúrgicos eram possíveis por prototipagem rápida( estereolitografia).
A origem
Em 2010, aconteceu o encontro da imagem CBCT com o desenho virtual CAD / CAM para coroas unitárias. Mais tarde, vieram as bibliotecas de formatos de coroas e pilares protéticos( para parafusamento e cimentação), usináveis em diversos materiais 13.
Interestelar
Entre 2013 e 2015, diversos engenheiros e pesquisadores trabalharam na fusão de dados entre os escaneamentos intraoral, extraoral de face e as imagens CBCT 14. O próximo passo será gerar um modelo virtual 4D interativo: o sorriso dinâmico do paciente ajudará na visualização da estética com a prótese e os implantes em posição.
INPerio 2017; 2( 1): 18-26
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