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B) Radiografi a periapical versus TC Para as medidas de altura do rebordo maxilar, os valores obtidos na periapical e na TC não mostram diferenças (p > 0,2). Entretanto, nos sítios mandibulares, as medidas são maiores na TC do que na periapical (p=0,0009). As radiografi as periapicais subestimam a distância da crista do rebordo ao canal alveolar inferior 19 . C) Radiografi a panorâmica versus CBCT O que acontece quando pessoas sem experiência alguma são treinadas por dez horas para a colocação de implantes na região posterior dos maxilares? Na maxila, o erro pré-cirúrgico (imagens antes e depois dos implantes colocados) é menor para CBCT do que na panorâmica, não diferindo signifi cativamente na mandíbula. Já o erro pós-cirúrgico (imagem comparada ao cadáver) é menor para CBCT do que na panorâmica (maxila), não diferindo signifi cativamente na mandíbula 20 . D) Radiografi a panorâmica versus CT Na seleção pré-operatória do comprimento de três sistemas de implantes entre panorâmica e TC, a diferença foi de 89%. O comprimento diferiu em 69% e a largura em 66%. Os implantes planejados nas TCs foram 47% mais longos do que na panorâmica e 30% mais estreitos (< 10% nas regiões posteriores) 21 . E) CBCT versus CT Medidas verticais e horizontais em costelas de porco (controle) foram comparadas às imagens de CBCT e CT (helicoidal). Todas as