MATÉRIA DE CAPA
(acurácia=exatidão) do que o guia feito manualmente para os itens posição da plataforma (p=0,002),
ápice (p=0,001) e angulação (p < 0,001). Entretanto, não há diferenças para a profundidade (p=0,186) 31 .
CONFIABILIDADE
Na maxila, usando CBCT e o soft ware NobelGuide de planejamento, 39 biopsias foram realizadas e
examinadas para a fr ação do volume ósseo (BV/TV) utilizando-se microtomografi a computadorizada.
A correlação entre a densidade óssea radiográfi ca (RBD) e o BV/TV foi alta (r=0,85 | p < 0,001) 32 .
Na mandíbula, após a biopsia em 31 sítios, a correlação entre o BV/TV e a densidade óssea radio-
gráfi ca foi média na microtomografi a (r=0,50) e forte na histologia (r=0,79) 33 .
POSICIONAMENTO
Após a colocação de 353 implantes em 54 pacientes envolvendo guias estereolitografados, os
erros foram signifi cativamente maiores nos fatores emergência interproximal (OR=2,82), distância
interimplantar insufi ciente (OR=1,42) e paralelismo inadequado (OR=1,24) quando os implantes foram
colocados à mão livre, se comparados à cirurgia guiada e planejada no computador 34 .
Cirurgiões experientes e sem experiência colocam implantes com desvios lineares e angulares
parecidos. Entretanto, a quantidade de desvio vertical em direção coronal é duas vezes maior para os
inexperientes na cirurgia, mas sem signifi cância estatística 35 .
Figura 1 – Conforme uma revisão sistemática 36 com mais de 1.500 implantes, o desvio tridimensional entre a
região coronal dos implantes é, em média, 1,2 mm. A fi gura mostra uma simulação do desvio para um rebordo
com 6 mm de largura, sendo a cor cinza o implante na posição mais central, e as cores amarela e azul as
posições dos implantes com desvio para vestibular e para lingual. Observar na melhor situação a relação das
margens coronais dos implantes com o contorno ósseo (preto mais espesso) mínimo para a colocação de um
implante de 4,1 mm. Imagem em proporção (aumentada 40 vezes).
INPerio 2017;2(1):18-26
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