Minha primeira publicação COTA DA DENÚNCIA - CALVÁRIO - ORCRIM - FINAL (1) | Page 3

PROPINA CAMPANHAS 2010, 2012, 2014, 2016 ~ 2018 VALOR 9.748.000,00 39.117.667,68 CVB LISTAGEM PB I PCEP CONTINUADO 8.333.876,29 IPCEP INVESTIMENTO HMSR 1.889.000,00 I PCEP INVESTIMENTO HGM 2.069.301,49 61.157.845,46 TOTAL PROCEDIMENTOS IN~GI B ILI DADES VALOR TOTAL 380.000.000,00 PROPINA INEX (15%) UOTAÇÂO PREGÃO CONESUL 57 .000.000.00 VALORPACO 17.913.636,54 SUPERFATURAMENTO DESCRICÃO DO DANO PROPINAS OS SAÚDE E EDUC PROPINAS INEX DE LIClTAÇÀO SUPERFATURAMENTO PRCi 03/ 2016 TOTAL 7.229.277,76 VALOR 70.000.000,00 s 7 .000.000.00 7.200.000,00 134.200.000,00 Nesse contexto, o Decreto-Lei n° 3.240/41 submete a "sequestro" todos os bens dos "indiciados" por crime de que resulte prejuízo à Fazenda Pública, a fim de que o dano (material ou moral) ocasionado por eles seja reparado a contento. Conforme sustentam Eugênio Pacelli e Douglas Fischer1, "para o sequestro em tais situações (crimes que resultem prejuízo à Fazenda Pública), exigem-se apenas os indícios da prática de crimes contra a Fazenda, permitindo a apreensão (por sequestro) de tantos bens quantos sejam suficientes para reparar o dano. Não se exige que a coisa tenha sido adquirida com proventos do crime, como ocorre no CPP". A par das medidas assecuratórias previstas no Código de Processo Penal, a referida medida em tela tem caráter específico, sendo aplicável apenas para a constrição de bens de pessoas indiciadas ou já denunciadas por crimes que resultaram em prejuízo para a Fazenda Pública, com o fito de indenizar os cofres públicos dos danos causados pelo delito. A especificidade dessa legislação a mantêm vigente, conforme entendimento consolidado no Superior Tribunal de Justiça e nos demais Tribunais pátrios: "PENAL E PROCESSO PENAL. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EM MANDADO DE SEGURANÇA. CRIME CONTRA A ORDEM TRIBUTÁRIA CONEXO A CRIMES FEDERAIS. COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA FEDERAL. SÚMULA 122/STJ. CAUTELAR DE SEQUESTRO DE BENS. DECRETO-LEI N2 3.240/41. LEGALIDADE DA MEDIDA CONSTRITIVA. AGRAVO AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO.l. Nos termos do enu nciado 122 da Súmula desta Corte, "compete à justiça federal o processo e julgamento unificado dos crimes conexos de competência federal e estadual, não se aplicando a regra do art. 78, li, "a", do código de processo penal".2 . Este Superior Tribunal de Justiça já assentou que o sequestro de bens de pessoa indiciada ou já denunciada por crime de que resulta prejuízo para a Fazenda Pública, previsto no Decreto Lei nº 3.240/41, tem sistemática própria e não foi revogado pelo Código de Processo Penal. 3. Agravo regimental a que se nega provimento". (STJ. AgRg no RMS 24083/PR AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EM MANDADO DE SEGURANÇA 2 007 /0086586-1, Relatora Min. MARIA THEREZA DE ASS IS MOURA, T6 - SEXTA TURMA, j. em 03/08/2010 e publicado no Dje em 16/08/2010) (Grifei) .