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Em ou tr o l ivr o, M ed i ci n a Vi br aci on al , de Rich ar d Ger ber , n o capítu l o - As M ar avil h as da Águ a: O qu e Tor n a isso tu do Possível é citado o tr abal h o do Dr. Ber n ar d Gr ad, u m a das pesqu isas m ais r espeitadas sobr e o m agn etism o da águ a n o sécu l o 20. A água é um a substância m uito especial. Ela cobr e dois ter ços da super fície do planeta Ter r a e tam bém r epr esenta 99% das m oléculas que constituem o cor po hum ano. Em bor a as pr opr iedades físicas básicas da água sejam bem conhecidas, até r ecentem ente sabia-se m uito pouco a r espeito das suas pr opr iedades sutis. Boa par te das evidências pr elim inar es acer ca dessas pr opr iedades especiais pr ovém de estudos sobr e os efeitos do "toque de m ãos com poder de cur a", r ealizados na década de 60 . De todas as pesquisas sobr e o assunto r ealizadas nesse per íodo, as m ais im por tantes for am as do Dr . Ber nar d Gr ad, r ealizadas na Univer sidade M cGill, em M ontr eal. Gr ad estava inter essado em descobr ir se as pessoas que pr aticam cur as psíquicas r ealm ente pr oduziam sobr e os pacientes efeitos ener géticos m aior es do que aqueles que poder iam ter sido causados pela cr ença ou pelo "car ism a". Ele quer ia separ ar os efeitos fisiológicos das em oções (o assim cham ado efeito placebo) dos ver dadeir os efeitos ener géticos sutis sobr e os sistem as vivos. Par a estudar esse fenôm eno ele cr iou um a sér ie de exper im entos nos quais os pacientes hum anos for am substituídos por plantas e anim ais, a fim de elim inar os conhecidos efeitos da cr ença. O tr abalho de Gr ad que m ais nos inter essa aqui é aquele r ealizado com sem entes de cevada. Par a cr iar um a "planta doente", Gr ad pôs sem entes de cevada de m olho em água salgada, o que, com o se sabe, r etar da o cr escim ento da planta. Em lugar de tr abalhar dir etam ente com as sem entes, Gr ad fez com que um a pessoa supostam ente dotada de poder es de cur a fizesse um tr atam ento de im posição das m ãos sobr e um r ecipiente fechado contendo a água salgada que ser ia usada par a a ger m inação das sem entes. As sem entes de cevada for am colocadas pelos assistentes de labor atór io em água salgada r etir ada de r ecipientes tr atados ou não tr atados, os quais haviam r ecebido etiquetas que os designavam ar bitr ar iam ente com o "Um " e "Dois". Som ente Gr ad sabia identificar cor r etam ente as gar r afas de água salgada. As sem entes for am separ adas em dois gr upos, difer indo apenas quanto à água salgada com que cada gr upo foi inicialm ente tr atado. (...) Um a outr a var iação incom um im aginada por Gr ad consistiu em dar a água par a pacientes psiquiátr icos segur ar em . Essa m esm a água foi depois usada par a tr atar as sem entes de cevada. Por incr ível que possa par ecer , a água ener gizada por pacientes que estavam ser iam ente depr im idos pr oduziu um efeito inver so ao da água tr atada pelo cur andeir o: ela dim inuiu a taxa de cr escim ento das plantinhas novas! Por causa dos efeitos positivos par a o cr escim ento atr ibuídos à água tr atada [m agnetizada] pelo cur andeir o, Gr ad analisou-a quim icam ente par a ver ificar se a ener gização havia pr ovocado algum a alter ação física m ensur ável. Análises por espectr oscopia de infr aver m elho r evelar am a ocor r ência de significativas alter ações na água tr atada pelo cur andeir o. Esse teste m ostr ou que o ângulo de ligação atôm ica da água havia sido ligeir am ente alter ado. As pequenas alter ações na estr utur a m olecular da água tr atada pelo cur andeir o tam bém pr oduzir am um a dim inuição na intensidade das ligações por pontes de hidr ogênio entr e as m oléculas de água. Os testes confir m ar am que a água tr atada pelo cur andeir o havia apr esentado um a significativa dim inuição na tensão super ficial, r esultado das alter ações nas ligações por pontes de hidr ogênio entr e as m oléculas de água ener gizadas. Cur iosam ente, a água tr atada com ím ãs apr esentou não só dim inuições