sem elhantes na tensão super ficial com o tam bém efeitos positivos na estim ulação do cr escim ento de plantas. Estudos r ealizados por Douglas Dean e Edwar d Br am e, e, m ais r ecentem ente, por Stephan Schwar tz, Edwar d Br am e e outr os, confir m ar am as descober tas de Gr ad e constatar am a ocor r ência de alter ações nos r esultados da análise por espectr oscopia de infr aver m elho da água tr atada por um cur andeir o. Os m esm os pesquisador es tam bém constatar am que as m oléculas da água tr atada por um cur andeir o apr esentavam alter ações nos ângulos de ligações atôm icas.
Esse m ater ial foi apr esentado m enos pela sua r elevância par a a cur a psíquica do que pela im por tância dessas descober tas par a ilustr ar as pr opr iedades ener géticas sutis da água Esse é o ponto cr ucial que passou desper cebido par a a m aior ia dos pesquisador es fam iliar izados com esses exper im entos. Par ece que a água tem a capacidade de ser " car r egada " com diver sos tipos de ener gias sutis e, em seguida, de " ar m azená-las " em suas m oléculas. As ener gias sutis, sejam elas de natur eza benéfica ou pr ejudicial, podem ser ar m azenadas, confor m e dem onstr ar am os estudos de Gr ad utilizando indiví duos com poder de cur ar e pacientes ví tim as de depr essão. A água tr atada foi capaz de induzir alter ações m ensur áveis na fisiologia e no cr escim ento das plantas, em bor a nenhum a substância física fosse acr escentada a ela ou nela detectada. Dur ante o pr ocesso de ener gização, os indivíduos dotados de poder es de cur a não tiver am nenhum contato físico com a água, a qual estava dentr o de fr ascos fechados. Entr e suas m ãos e a água havia as par edes de vidr o dos r ecipientes.
Esses exper im entos a r espeito das pr opr iedades ener géticas sutis da água for am r elevantes na avaliação da disputa entr e os conhecidos pr incípios da fár m aco-ter apia e os m ecanism os desconhecidos da hom eopatia. De acor do com a m oder na teor ia far m acocinética, é im por tante dar aos pacientes um a dosagem de m edicam ento suficientem ente alta par a obter níveis sanguíneos adequados ao tr atam ento da doença.
A m aior ia das dr ogas pr ovoca o que é conhecido com o efeitos dependentes da dose. Quanto m aior a quantidade de dr oga m inistr ada, m ais potentes os efeitos fisiológicos. N a hom eopatia, ao contr ár io, quanto m ais diluída a dosagem da dr oga m ais potentes são os seus efeitos. Em bor a as soluções usadas par a pr oduzir os r em édios hom eopáticos sejam tão diluídas que pr ovavelm ente não chegam a conter um a única m olécula da substância or iginal, ainda assim elas apar entem ente têm poder osos efeitos cur ativos. I sso par ece par adoxal, tendo em vista a necessidade física de um núm er o adequado de m oléculas par a se alcançar o desejado efeito ter apêutico.
Em bor a não tenham sido apr esentados aqui casos de tr atam entos de doença bem sucedidos utilizando r em édios hom eopáticos, m uitos m édicos já docum entar am a ocor r ência de cur as hom eopáticas de m ales físicos. Supondo que a hom eopatia r ealm ente funcione, estam os diante de evidências que não podem ser explicadas pela análise com um de causa e efeito da dinâm ica newtoniana tal com o aplicada à far m acologia. A incapacidade das teor ias newtonianas explicar em esses efeitos obser váveis e r epr oduzíveis suger e que essas teor ias são inadequadas ou incom pletas. Voltando à água tr atada por um cur andeir o, estam os diante de um caso, sem elhante à hom eopatia, em que um r em édio que não contém nenhum a m olécula física da dr oga conser va o seu poder de cur a. Ser ia possível que os benefícios ter apêuticos pr opor cionados pelas soluções hom eopáticas ou tr atadas por cur andeir os sejam devidos a algum a coisa m ais além das m oléculas de dr ogas nelas dissolvidas? O m odelo einsteiniano ou ener gético sutil talvez possa suger ir algum as r azões par a as possíveis pr opr iedades cur ativas dessas soluções m olecular es diluídas.