Grupo Marcos - Magnetismo Grupo Marcos - Magnetismo | Seite 42

Existe um a faculdade hum ana cham ada psicom etr ia que per m ite que a pessoa pegue em um objeto e descr eva o que aconteceu ao r edor dele. Vou dar um exem plo, você entr ega par a pessoa um a caneta que usou dur ante um ano e a pessoa é capaz de dizer tudo o que aconteceu ao r edor da caneta! Incr ível, não é? Isso é ver dadeir o! Com o ocor r e? O objeto r ecebe as ener gias contendo as infor m ações do que acontece ao seu r edor e as r etém.
A psicom etr ia é a capacidade de um a pessoa captar essas infor m ações r etidas no objeto. O assunto exige m ais estudo, falo dele aqui apenas par a m ostr ar que existe sem pr e um a tr oca de ener gia e de infor m ação entr e tudo o que existe. Das m ais diver sas for m as, os m iner ais captam e r etém ener gias e infor m ações.
Com o nos outr os r einos, o r eino m iner al possui sua individualidade. M iner ais difer entes são por tador es de difer entes vibr ações, esse é um estudo que ainda estam os longe de esgotar. O sol e a lua, que são com postos m iner ais, possuem um poder osíssim o m agnetism o que nos afeta a todos. Estudar em os inicialm ente, um m iner al par ticular m ente im por tante: a água, pois ela tem a car acter ística de absor ver, m anter e tr ansm itir ener gias ao nosso or ganism o de for m a m uito poder osa. Com justiça ela é conhecida com o o elem ento da vida.
Recor r endo a obr a de Andr é Luiz vem os que um a das lições fundam entais que ele r ecebeu é do pr ocesso de adaptação a um a vida com valor es m ais elevados do que o de nossa sociedade m ater ializada. Apr endam os com as exper iências desse am igo que, em algum a m edida, ser ão tam bém as nossas. Por isso, é im por tante que nos per guntem os: o que em Nosso Lar é valor izado? O que deve ter m ais atenção?
Vejam os o valor que em Nosso Lar é dado a água. Lem br e que na com unidade essênia, que par ticipar am Bezer r a de M enezes e Eur ípedes Bar sanulfo, citada no livr o A Gr ande Esper a, a pr im eir a pr ece do dia é feita em tor no da água, pedindo que ela seja aben çoada.
Andr é Luiz nos r elata seu pr im eir o apr endizado sobr e esse tem a que está em Nosso Lar, no capítulo 10, no Bosque das Águas. O visitador sor r iu e obtem per ou pr azenteir o:
? N a Ter r a quase ninguém cogita ser iam ente de conhecer a im por tância da água. Em " N osso Lar ", contudo, outr os são os conhecim entos. N os cír culos r eligiosos do planeta, ensinam que o Senhor cr iou as águas. Or a, é lógico que todo ser viço cr iado pr ecisa de ener gias e br aços par a ser convenientem ente m antido. N esta cidade espir itual, apr endem os a agr adecer ao Pai e aos seus divinos colabor ador es sem elhante dádiva. Conhecendo-a m ais intim am ente, sabem os que a água é veículo dos m ais poder osos par a os fluidos de qualquer natur eza. Aqui, ela é em pr egada sobr etudo com o alim ento e r em édio. H á r epar tições no M inistér io do Auxílio absolutam ente consagr adas à m anipulação de água pur a, com cer tos pr incípios suscetíveis de ser em captados na luz do Sol e no m agnetism o espir itual. N a m aior ia das r egiões da extensa colônia, o sistem a de alim entação tem aí suas bases. Acontece, por ém, que só os M inistr os da União Divina são detentor es do m aior padr ão de Espir itualidade Super ior, entr e nós, cabendo-lhes a m agnetização ger al das águas do Rio Azul, a fim de que sir vam a todos os habitantes de " N osso Lar ", com a pur eza im pr escindível. Fazem eles o ser viço inicial de lim peza e os institutos r ealizam tr abalhos específicos, no supr im ento de substâncias alim entar es e cur ativas. Quando os diver sos fios da cor r ente se r eúnem de novo, no ponto longínquo, oposto a este bosque, ausenta-se o r io de nossa zona, conduzindo em seu seio nossas qualidades espir ituais.
O que m ais m e cham a atenção é o m inistér io da União Divina, em Nosso Lar, dedicar-se a água, pois sua atr ibuição exclusiva é o contato desse gr upo espir itual com as r egiões m ais espir itualizadas. Dar-se conta disso, é entender o valor da m agnetização da água.