Direito e Informação na Sociedade em Rede: atas Direito e Informação na Sociedade em Rede: atas | Page 524

Fontes de informação Grupos de Informação e Documentação Jurídica Redes sociais Listas de discussão Escritórios de advocacia Cartórios Livrarias e Editoras Outras fontes Comentários O Grupo de Documentação e Informação Jurídica de São Paulo – GIDJ/SP foi a resposta mais frequente, seguido do Grupo do Rio de Janeiro – GIDJ/RJ, reflexo da participação de diversos integrantes na pesquisa. Também foram indicados grupos jurídicos de outros estados embora não tenham atividade recente (os de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul). A forma e frequência de utilização variam entre os participantes. Foram indicadas também listas de discussão neste item como a Infolegis, Bibliotecários, Jusdata, ALA. O Facebook é a rede social mais utilizada entre os participantes, tendo sido indicadas páginas de alguns juízes, MPF, Infolegis, GIDJ/RJ, docentes e projetos ambientais. Algumas finalidades apontadas seriam acompanhar assuntos em pauta na mídia ou servir como fonte para se chegar a outro documento. O LinkedIn é a segunda rede mais indicada, seguida de Twitter, Instagram, Youtube, Slideshare, Flickr, Vimeo, Periscope, Pinterest, Groupwise Messenger. Alguns grupos específicos citados são a Lista de Bibliotecários da Justiça do Trabalho no Whatsapp, Grupo "Previdenciário" e Grupo de Pesquisa "Gestão e Inovação do Judiciário (GIJ)" - PPGA/UnB. A Lista Infolegis foi principal resposta nesta categoria. Em muito menor número estão listas de discussão especializadas na área jurídica como a lista do GIDJ/RJ, Jusdata (Bibliotecas da Justiça Federal), Int-Law - International Law Librarians List, lista da Justiça do Trabalho, lista de bibliotecários Roraima. E ainda listas de outras áreas da biblioteconomia como a lista Bibliotecários, listas da área de catalogação (ALA, Library of Congress, IFLA) e outras listas especializadas como Dspace Brasil e OGP Civil Society Group. Utilizados através dos Grupos de Informação e Documentação Jurídica, da AASP, de bibliotecários, de newsletters, de parcerias estabelecidas com alguns escritórios; o foco da busca depende da informação desejada não do escritório; indicada a busca de material específico como pareceres. Muito raro o contato direto com advogados de determinados escritórios. Pouco utilizados como fonte de informação entre os entrevistados. Um exemplo apontado é Cartório online 24 horas https://www.cartorioonline24horas.com.br/ Quanto a editoras, foram citadas diversas editoras jurídicas (Saraiva, Revista dos Tribunais/Thomson Reuters, Grupo Gen/Forense, Atlas, Campus Elsevier, Forum, GZ, Impetus, Juspodium, LTr, Lumen Juris, Manole, Martins Fontes, Martins Pena, Plenum, Quartier Latin Almedina, Arraes), de Ciência da Informação (Interciência, ALA Editions, Briquet de Lemos, Casa del Libro) e genéricas (Abril, Amazon, Livraria da Folha). Entre as livrarias citadas estão as jurídicas (Casa do Livro Jurídico, Livraria Saraiva, CLT Comércio de Livros Tributários), e gerais (Livraria Cultura e Livraria Vozes). Também indicados sebos como a Estante Virtual. Formas diversas de acesso: através de sites, contatos por e-mail e telefone com editoras, contato semanal com livreiros, Instagram e Facebook de editoras, e ainda boletins de editoras para autores. As diversas respostas referem-se majoritariamente a fontes de informação tradicionais, reunidas em grupos: 1 – Bibliotecas nacionais e internacionais, bases de dados (Biblioteca Nacional, Library of Congress), participação em redes (RVBI) e serviços (EEB). 2 – Bibliotecas digitais e repertórios institucionais (Scielo, BDJur, Biblioteca Digital do Senado Federal, Biblioteca Digital do TST, repositórios de Congressos da IFLA). 3 – Universidades públicas nacionais e internacionais e seus repositórios (teses, periódicos; USP Portal Revistas USP). 4 – Bases de dados nacionais e internacionais assinadas, 512