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Fontes de informação
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consultas assinadas( IOB, LexMagister, Revista dos Tribunais Online, Plataforma BID Forum, VLex Global). 5 – Portais jurídicos de notícias especializadas, sites e blogs( Consultor Jurídico – Conjur, Migalhas, Jota, Jusbrasil, Jurisway). 6 – Sites de escritores jurídicos, pareceristas, próprios desembargadores. 7 – Sites de Institutos jurídicos( Ordem dos Advogados do Brasil, Associação dos Advogados de São Paulo). 8 – Pesquisas judiciárias( jurisprudência e súmulas). 9 – Revistas e periódicos. 10 – Jornais, artigos de jornais e crônicas, para leitura ou clipping( O Estado de São Paulo, Folha de S. Paulo, Gazeta Mercantil, Valor Econômico). 11 – Internet, Google e outros buscadores( Qwant, Google Acadêmico, seleção de resultados). 12 – Guias de bibliotecas e coleções( Guia de Bibliotecas Jurídicas / RJ, índices elaborados pela Biblioteca manualmente das coleções encerradas de periódicos antigos da área). 13 – Networking( contatos pessoais no Brasil, bibliotecários da área). 14 – Grupos no Whatsapp e no Telegram para compartilhar informações de interesse comum aos membros do grupo. 15 – Estatísticas e dados abertos( Justiça em Números, SIDRA / IBGE, IDH, Portal Brasileiro de Dados Abertos). 16 – Padrões, diretrizes e manuais de trabalho em rede( MARC21 da PUC / RJ, Manual do Senado Federal de Diretrizes para a Rede Virtual de Bibliotecas RVBI). 17 – Instituições públicas em geral( Bovespa, IBGC- Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, CVM, BACEN, portais de transparência federias e estaduais). 18 – Sebos.
4.2. Estratégias de pesquisa adotadas
Além das fontes de informação, a pesquisa procurou delinear estratégias de pesquisa adotadas pelos participantes( Fig. 12). Para a pesquisa“ fora da caixa” foi observada uma tendência de combinação ou de somatória de estratégias.
Outras estratégias identificadas na pesquisa são: 1 – Pesquisa bibliográfica( periódicos, repositórios, etc). 2 – Pesquisa em bancos de dados de livre acesso ou assinados. 3 – Consulta e / ou contato com jornais e revistas. 4 – Serviço de alerta. 5 – Uso de seleção de fontes de informação. 6 – Elaboração da pesquisa na própria instituição. 7 – Serviços assinados de editoras. 8 – Pesquisa de campo. 9 – Criação de blog.
Também em relação às estratégias ficou evidenciada a mesma relação indissociável com as fontes tradicionais: em outras estratégias foram citadas a pesquisa bibliográfica, legislativa e jurisprudencial de forma expressiva.
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