Direito e Informação na Sociedade em Rede: atas Direito e Informação na Sociedade em Rede: atas | Page 359

Informação e da Comunicação (TIC) para articular, de forma mais eficiente, as ações de todos os operadores e consumidores a elas conectados. Além disso, aquelas se afiguram como um mix tecnológico de infraestruturas, equipamentos digitais e sensoriamento remoto, o qual, ao atualizar os aspectos funcionais e estruturais das instalações físicas existentes, torna possível um maior monitoramento e controle de toda a cadeia de fornecimento elétrico, revolucionando a forma como a energia é gerada, transmitida, distribuída, medida e consumida2. Além disso, aquelas se afiguram como um mix tecnológico de infraestruturas, equipamentos digitais e sensoriamento remoto, o qual, ao atualizar os aspectos funcionais e estruturais das instalações físicas existentes, torna possível um maior monitoramento e controle de toda a cadeia de fornecimento elétrico, revolucionando a forma como a energia é gerada, transmitida, distribuída, medida e consumida3. As smart grids, então, propõem um processo de migração do tradicional modelo analógico e unidirecional, em que o usuário é um agente passivo, para um arrojado modelo automatizado e bidirecional, fazendo dele um ativo, ao permitir gerenciar seu consumo e, até mesmo, ser um produtor de energia4. A primeira hipótese supramencionada é proporcionada pelos chamados smart meters (medidores inteligentes), que figuram entre os principais componentes tecnológicos das novas redes. Ao substituírem os medidores eletromecânicos, os smart meters mostram os níveis de uso de eletricidade e todas as demais informações necessárias para que o usuário possa controlar seu consumo, de acordo, por exemplo, com horários e tarifas especiais, o que promove conscientização e otimização do potencial elétrico e redução do valor da conta de luz5. A segunda, por sua vez, é possibilitada por um novo conjunto de painéis e baterias que torna economicament