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Informação e da Comunicação (TIC) para articular, de forma mais eficiente, as ações
de todos os operadores e consumidores a elas conectados. Além disso, aquelas se
afiguram como um mix tecnológico de infraestruturas, equipamentos digitais e
sensoriamento remoto, o qual, ao atualizar os aspectos funcionais e estruturais das
instalações físicas existentes, torna possível um maior monitoramento e controle de
toda a cadeia de fornecimento elétrico, revolucionando a forma como a energia é
gerada, transmitida, distribuída, medida e consumida2.
Além disso, aquelas se afiguram como um mix tecnológico de infraestruturas,
equipamentos digitais e sensoriamento remoto, o qual, ao atualizar os aspectos
funcionais e estruturais das instalações físicas existentes, torna possível um maior
monitoramento e controle de toda a cadeia de fornecimento elétrico, revolucionando
a forma como a energia é gerada, transmitida, distribuída, medida e consumida3.
As smart grids, então, propõem um processo de migração do tradicional modelo
analógico e unidirecional, em que o usuário é um agente passivo, para um arrojado
modelo automatizado e bidirecional, fazendo dele um ativo, ao permitir gerenciar seu
consumo e, até mesmo, ser um produtor de energia4.
A primeira hipótese supramencionada é proporcionada pelos chamados smart
meters (medidores inteligentes), que figuram entre os principais componentes
tecnológicos das novas redes. Ao substituírem os medidores eletromecânicos, os smart
meters mostram os níveis de uso de eletricidade e todas as demais informações
necessárias para que o usuário possa controlar seu consumo, de acordo, por exemplo,
com horários e tarifas especiais, o que promove conscientização e otimização do
potencial elétrico e redução do valor da conta de luz5.
A segunda, por sua vez, é possibilitada por um novo conjunto de painéis e
baterias que torna economicament