Da Concepção à Aplicação - Relatos sobre Produtos Educacionais do PPGCIMES-UFPA | Page 74

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SEÇÃO 3 - educação musical

• Segurança
• Resolução de problemas
• Direitos autorais e licenças
Cada área de competência é dividida em níveis , que vão desde o nível básico até o nível avançado . Isso permite que educadores avaliem seu próprio nível de competência em cada área e identifiquem áreas em que precisam melhorar . Tal como no quadro para cidadãos as competências estão entrelaçadas entre si e possuem relações diretas entre as áreas-chave .
Em nosso contraponto de teorias , os frameworks têm fundamental papel . O DigComp 2.1 demonstra qual é o nível que o participante alcança caso tenha sucesso em seus objetivos de aprendizagem . Já o DigCompEdu , demarca em que nível o professor tem que estar para que esteja apto a desenvolver as atividades propostas .
Por fim , a última base que oferece fundamentação para o nosso contraponto de teorias é a “ Teoria do Desenvolvimento Musical ”, também conhecida como “ Teoria Espiral ” do autor Keith Swanwick .
Nesta teoria cada camada representa um estágio de progresso e aquisição de habilidades musicais , sendo oito camadas organizadas dentro de quatro domínios , duas por domínio .
O PE foi organizado em módulos de 1 a 7 . O primeiro tem um caráter diagnostico , suas fases são compostas de mapeamentos . Seu objetivo é garantir ao professor um entendimento sobre os conhecimentos prévios dos alunos .
O segundo módulo , no entanto , deverá ser desenvolvido de acordo com o resultado dos mapeamentos do primeiro , pois , neste segundo , as fases se concentram em subsidiar os participantes com conhecimentos sobre tecnologia .
A partir do terceiro módulo iniciamos de fato a integração de competências digitais e de desenvolvimento musical , a partir da familiarização do participante com a notação musical em meio digital . Os módulos subsequentes apresentam uma evolução gradativa de dificuldade e da quantidade de elementos musicais que serão abordados dentro dos programas de editoração de partituras . Até o módulo 7 onde o aluno será levado a criar sua própria notação musical .
O processo aqui desenvolvido foi pensado , primeiramente , para a vivência dos discentes de cursos de Música de nível superior , no entanto , fomos percebendo , durante o desenvolvimento do roteiro , que a condução do processo do modo como ele se configurou demanda a atuação de um mediador , um facilitador , alguém que pudesse organizar as dinâmicas , dosar os exercícios propostos de acordo com as competências identificadas entre os estudantes participantes .

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CONTRAPONTANDO