Congresos y Jornadas Didáctica de las Lenguas y las Literaturas - 1 | Page 256
plicação-autonomia), surge o que Bronckart (1999, 2010)
chama de tipos de discurso, que correspondem a quatro diferentes mundos discursivos: no eixo do NARRAR, temos o
mundo discursivo do narrar autônomo que dá origem ao
tipo de discurso narração e o narrar implicado que dá origem ao relato interativo; no eixo do EXPOR, temos o mundo discursivo do expor autônomo que dá origem ao discurso teórico e o mundo discursivo do expor implicado que dá
origem ao discurso interativo.
d) nível dos mecanismos de textualização, que podem ser definidos como uma série de procedimentos linguísticos que visam a assegurar a coerência temática (correspondente à conexão e à coesão nominal) e dos mecanismos enunciativos,
que asseguram a coerência enunciativa (correspondente à
distribuição das vozes e às modalizações) de um texto.
Esse modelo de análise textual deu origem a uma série de pesquisas e trabalhos empíricos, em diferentes países (Coutinho, 2012;
Riestra, 2010; Guimarães, Machado e Coutinho, 2007; Machado e
Lousada, 2010), em LM e LE. No entanto, muitas das pesquisas em
LE têm sido desenvolvidas em torno da língua inglesa (Cristovão,
2002, 2009) e, por isso, este artigo se propõe a contribuir para as
pesquisas sobre a aprendizagem do francês, que estão sendo conduzidas atualmente por membros do grupo ALTER-AGE.
A produção escrita na abordagem dos gêneros textuais
Como dissemos, a noção de gênero de texto tem sido amplamente adotada no campo da didática das línguas e muitas pesquisas apoiam-se
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Investigación y Práctica en Didáctica de las Lenguas