Congresos y Jornadas Didáctica de las Lenguas y las Literaturas - 1 | Page 210
sil, em situação de imersão da língua, na universidade e sem falar o
idioma. Eles não falavam nem entendia a língua, mas precisavam
se comunicar na sala de aula e fora dela, inclusive para ser avaliado
em cursos de graduação e de pós-graduação. Também compõem
esse perfil de alunos, os estrangeiros residentes em Fortaleza. A faixa etária está entre 23 anos a 60 anos. Os objetivos são muitos e o
ponto de convergência era a necessidade de falar a língua para se
comunicar com seus pares. Então, o desafio maior foi saber qual
material poderíamos utilizar para dar conta dessa situação de ensino e aprendizagem.
Decidido não utilizar um livro didático, a segunda ponderação
foi feita com relação à construção do material a ser utilizado e, assim sendo, do quadro teórico que pudesse dar conta dessa situação.
Optamos por enfatizar a oralidade, no nível inicial (referente aos
estudantes que nem falavam nem compreendiam a língua), tanto
no que diz respeito à compreensão, quanto à produção. A escrita seria implementada enfaticamente apenas no momento em que o estudante fosse progredindo na oralidade. No nível médio (referente
a estudantes que conseguiam se comunicar oralmente e através da
escrita, a partir de textos sem complexidade), iríamos trabalhar a
escrita e a oralidade; e no nível avançado (estudantes que se comunicavam através da oralidade e da escrita, através de texto mais elaborado), iriamos trabalhar sobretudo a escrita e a oralidade em situações da academia.
A partir de tais observações, resta dizer que o material utilizado
é constituído de atividades de leitura, de produção e de analise linguística, com base em gêneros textuais orais e escritos, com formação genérica diversa. Dentro da exposição das concepções de lei194
Investigación y Práctica en Didáctica de las Lenguas