onde nem os animais eram poupados num
cenário de violência de grande barbárie.
É dentro dessa realidade que Guimarães Rosa
vai tecendo a história de Riobaldo, pela voz do
próprio. Apesar das voltas que ele dá, dos vários
confrontos entre grupos de jagunços diferentes,
das descrições pormenorizadas dos lugares
onde passa, uma coisa vai deixando o ouvinte/
leitor saber: que há sempre algo que poderá
surpreender na relação entre ele e o amigo
Diadorim.
E só no final da narrativa Riobaldo, o ouvinte e,
você leitor descobrirão quem, na verdade, era o
jagunço Diadorim.
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