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Em 2015, o ETCC teve 6 provas, cada prova com 2 corridas. A competição estava dividida em 4 classes: Super 1600, TC2T, TC2 (carros com motor 1.6 turbinados ou 2.0 atmosféricos, usados no WTCC antes da revisão dos regulamentos em 2014) e os Single Make Car, categoria especifica usada para alocar os Seat Leon Cup e os Renault Clio Cup. Em 2015, apenas os Leon foram autorizados a correr nesta categoria.

Para 2016 tudo vai mudar. Os TC2 estão a ficar ultrapassados e o sucesso crescente dos TCR levou a que a FIA e a Eurosport fizessem uma uniformização, de forma a que o ETCC permitisse a entrada de novos valores de forma mais fácil e ao mesmo tempo permitisse corridas interessantes com carros mais recentes. Assim, a categoria principal do ETCC reunirá os TC2 e os TC2T (que não deverão rodar muito mais tempo, estando prevista a sua saída de cena para breve) e os novos TCN2. A classe Super 1600 mantém-se.

No final de 2015, a FIA finalizou os regulamentos dos TCN, que não são nada mais que os turismos que serão usados nas competições nacionais, com base nos novos TCR, que têm surgido em grande força. Foram criadas duas classes chamadas TCN1 e TCN2, ambas abaixo dos TC1 Super 2000 (conhecidos como WTCC). Os TCN1 são os carros do BTCC e os TCN2 são os carros que por exemplo serão usados no nacional de velocidade em Portugal este ano e que são usados nos vários campeonatos TCR. Isto permite que quem adquira estes carros possa também participar em provas internacionais, sem ter de mudar de carro, valorizando o investimento feito na máquina. O mesmo carro poderá competir nos nacionais de turismo de cada país e também no ETCC, tal como no TCR.

Assim, teremos uma variedade de máquinas na principal categoria do ETCC como os novos Leon, Golf, Astra, Civic, entre outros que veremos também nos campeonatos nacionais.

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