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Sabe-se que durante muito tempo a língua foi
vista como um sistema homogêneo e unitário considerando-se distorção qualquer variação que a distanciasse
do que dita a gramática normativa. Esta ideia não surgiu
em nossos tempos. O fato é que a língua não é um código rígido que cabe em compêndios gramaticais ou em
dicionários. A serviço dos falantes, ela é o fruto de um
trabalho coletivo, por isso é mutável, faz-se e refaz-se o
tempo todo.
Somos sabedores que a linguagem é a capacidade que possuímos de expressar nossos pensamentos,
ideias, opiniões e sentimentos. A Linguagem está relacionada a fenômenos comunicativos; onde há comunicação, há linguagem. Podemos usar inúmeros tipos de
linguagens para estabelecermos atos de comunicação,
tais como: sinais, símbolos, sons, gestos e regras com
sinais convencionais (linguagem escrita e linguagem
mímica).
Em um sentido mais genérico, a Linguagem pode ser classificada como qualquer sistema de sinais que
se valem os indivíduos para comunicarem-se. Assim,
diz-se que a área de ―Linguagens abarca práticas sociais
diversas, envolvendo em sua pluralidade, suas representações, formas de ações e de manifestações de linguagens culturalmente organizadas e historicamente determinadas‖ (Etapa 2, caderno IV). Assim, é linguagem
toda e qualquer for