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A palavra crônica vem do grego, “chronos” e
quer dizer tempo, assim, uma crônica é baseada em
acontecimentos comuns do cotidiano; é um formato
literário, que no passado, era muito visto em jornais.
Atualmente ela ganhou espaço em blogs e continua
sendo muito utilizada em jornais. Por mais que a
crônica seja utilizada em revistas e jornais, ela se
diferencia da notícia, pois não pretende informar
alguém, mas passar alguma experiência ou contar
uma história. O foco narrativo desse tipo de texto é,
invariavelmente, em primeira pessoa, já que o autor
está contando sua experiência. A estrutura da crônica é muito parecida com a do conto, possuindo um
começo, meio e o fim.
Ah! O amor!
O amor, ah o amor! São todos olhares sinceros,
palavras ditas com carinho, um beijo e um apelido bonitinho. São sonhos sonhados, planejados e
aguardados, gestos pequenininhos, mas inesquecíveis a um coraçãozinho.
As mãos dadas no friozinho, os dedos geladinhos,
a espera de chegar em casa e dormir no quentinho. Coisas tão pequenas do dia à dia, que fazem
tão bem e que precisam ser guardados como coisas indispensáveis dentro da memória.
O amor é pensante, é relevante, aconchegante, é
tudo aquilo, é tudo isso, é gostoso e arrepiante.
Ele cativa cada um de uma forma especial. Às
vezes engraçado, as vezes anormal.
Mas, o que dizer, o que fazer, quando ele chega?
Eu lhes aconselho, nem tente correr! Ele vai caçar você, vai prendê-lo a ele, vai usar você para
seu próprio bem.
Fácil dizer, fácil se esforçar, fácil fingir se importar. Mas, apenas o verdadeiro fica, permanece por
décadas, e a tendência é ficar cada vez mais forte,
cada vez mais te faz criança e faz teus olhos brilharem. Assim é o amor para quem sabe amar.
Thais Sauzedo Gonçalves
O cronista, ao contrário do jornalista, dá um
toque pessoal aos fatos que está descrevendo, ele
narra os acontecimentos da maneira que quer, incluindo detalhes fictícios, fantasiosos ou críticos.
Uma crônica normalmente é curta e não se estende em capítulos.
Conceito, estrutura e características entendidas,
os alunos do Ensino Médio escolheram um tema
relevante e produziram suas crônicas (segue abaixo uma produção). O segundo momento foi de
análise de crônicas do escritor Fabrício Carpinejar, onde se aproveitou também para trabalhar a
linguagem não verbal, conforme imagens abaixo.