inovação e as melhores técnicas, fazendo com que todos possam melhorar sua atividade.
Em São Paulo, por exemplo, o trabalho da Cati( Coordenadoria de Assistência Técnica Integral) dá amparo aos agricultores familiares. É na Casa da Agricultura que o agricultor encontra as mais variadas linhas de crédito, desenvolvidas pelo Feap( Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista) para criar oportunidades e assim fazer com que a agricultura familiar continue a produzir com qualidade, garantindo o rendimento do produtor e de sua família.
Um outro projeto que produz resultados e eficácia grandiosos, é o PPais( Programa Paulista da Agricultura de Interesse Social), uma iniciativa da Secretaria da Agricultura e Abastecimento, juntamente com a Itesp( Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo), que visa estimular a produção e garantir a comercialização dos produtos da agricultura familiar. O programa faz com que São Paulo se torne o principal comprador dos produtos da agricultura familiar, permitindo a melhora da qualidade de vida dos pequenos produtores, garantindo igualdade de oportunidade e estímulo aos trabalhadores do campo.
É importante ressaltar ainda o cooperativismo para o fomento do setor. Para o agronegócio, as associações são exemplo de entidades que se unem por uma causa maior, que é ajudar o pequeno e médio produtor. São o braço fundamental do desenvolvimento rural, fomentando a produção com qualidade e preservando o meio ambiente. E isso as fortalece cada vez mais.
O Microbacias II é outro projeto do governo paulista, também executado pela Secretaria de Agricultura, por intermédio da Cati, e pela Secretaria do Meio Ambiente, para promover o desenvolvimento rural sustentável e a competitividade agrícola paulista, com propostas que devem ser voltadas ao mercado consumidor e que visem o aumento das oportunidades de emprego e renda para os agricultores familiares.
Estas propostas, além de inovadoras, trazem não apenas o desenvolvimento econômico para cada cooperativa e associação beneficiada pelo projeto, como também proporcionam um novo entusiasmo para desenvolver suas atividades.
A nossa visão da agricultura familiar não é sinônimo de dependência, de programas sociais que se resumem na distribuição de bolsas isso e aquilo, mas de agricultores que necessitam ser apoia-
108 Arnaldo Jardim