Síntese de Ca3Co4O9 (C349) para aplicações termoelétricas e eletroquímicas:
potencialidade do uso de conchas de marisco como fonte natural de cálcio
Figura 16. Gráficos de Arrhenius das resistências em diferentes atmosferas.
Com o aproveitamento das conchas
de mariscos pode-se evitar acúmulos de
resíduos e diminuir os efeitos de impactos
ambientais além de baratear
a síntese
para fabricação de materiais propensos ao
desenvolvimento de equipamentos para
geração de energia “limpa”. Portanto, os
resultados dos difratogramas de raios X
mostram que o composto catodico puro
foi obtido com sucesso mesmo utilizando
conchas de marismo sem tratamento térmico
como fonte de CaCO 3 in natura. Através
das imagens de microscopia eletrônica de
varredura também pode-se observar que
a aderencia e a porosidade são ideais para
uso do material como catodo em eletrólito
de CGO. O desempenho eletroquímico para a
reação de redução de oxigênio foi avaliado em
função da temperatura e da pressão parcial
de oxigênio. A melhor resposta eletroquímica
(1,38 ohm.cm 2 ) foi obtida a 800 °C em
oxigênio puro (pO 2 = 1 atm.).
Publicação
1)
Artigo publicado na revista Ceramics International:
Fulgêncio, E. B.G.A; Melo, K. P. V. Misfit Ca-cobaltite from a mixture of mollusk shells and
cobalt oxide as potential SOFC cathode material. Ceramics International, v. 43, p. 9564-
9567, 2017.
2)
Pedido nacional de Invenção:
Título: PROCESSO PARA OBTENÇÃO DE ÓXIDOS MISTOS DE CÁLCIO E COBALTO USANDO
CONCHAS DE MOLUSCOS BIVALVES, no seguinte número de processo: BR 10 2016 024465 0.
Referências
BESSLER, K. E. Os polimorfos de carbonato de cálcio – uma síntese fácil de aragonita. Química
Nova, Vol. 3, p. 178-180, 2008.
Série Iniciados v. 23
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