Revista Sesvesp Ed. 101 - Maio / Junho 2011 | 页面 44
opinião
Os Ciclos de Vida das Organizações
O
Carlins Ferraz dos Santos
Mestre em Psicologia
Educacional, MBA – Executivo
em Gestão Estratégica
Empresarial pelo NAIPPE/
USP; Graduado em
Administração de Empresas,
Psicanalista e Empresário.
Apenas 30%
das empresas
familiares passam
para o comando da
segunda geração e,
pior ainda, apenas
5% passam para a
terceira
”
Revista SESVESP
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artigo objetiva
demonstrar os
ciclos de vida
das organizações; a intenção é fornecer conceitos que
permitam identificar, analisar e refletir em que ciclo
a empresa se encontra e,
dessa forma, possibilitar a
realização de mudanças com
escolhas conscientes, propiciando assim, uma melhor
visão da direção na qual a
empresa esta situada. Ressaltaremos dados estatísticos
sobre a natalidade e mortalidade das empresas e suas
principais causas. Segundo
estudos realizados pelo SEBRAE as fases são: Namoro,
Infância, Toca-toca, Adolescente e Plenitude.
Nas fases iniciais, as organizações têm uma estrutura
bastante informal e a gestão depende do proprietário,
mais adiante se torna mais
profissionalizada e consolida-se em todos os aspectos
necessários para assegurar
a sua continuidade.
Não há um conceito universal na literatura sobre
empresa familiar, mas há
formulações seguindo tendências teóricas, entre as
quais se destacam neste artigo os conceitos na perspectiva da teoria de sistemas e da teoria de recursos
e capacidades.
Na perspectiva da teoria
de sistemas, a empresa familiar é “o resultado da inter-relação entre dois sistemas
originalmente distintos, a
família e a empresa, com
objetivos e regras próprias
para cada sistema, que ori-
gina, com demasiada freqüência, conflitos, confusão,
complexidade, desordem”.
Nota-se a prevalência de uma
visão negativa em rel p