ÁREA MÉDICA
ÁREA MÉDICA
Cristiano Laurino comandou os trabalhos no Engenhão
Arquivo
Equipe médica dos Jogos do Rio 2016, que atuou no Engenhão
Profissionais que atuam na estrutura da CBAt tiveram participação importante na organização dos Jogos do Rio 2016. O ortopedista Cristiano Laurino, que serviu várias vezes a Seleção Brasileira e atende inúmeros atletas, entre eles os da B3 Atletismo, foi o gerente de Serviços Médicos no Estádio Olímpico do Engenhão.
“ Tenho certeza de que os anos dedicados ao Atletismo, em competições nacionais e internacionais, foram determinantes na minha indicação, pelo diretor médico do Comitê Organizador, João Grangeiro”, comentou Cristiano, especialista em esporte.
Além de já haver trabalhado pelo Brasil em Olimpíadas, Mundiais de Atletismo e Jogos Pan-Americanos, Cristiano havia exercido a mesma função no PAN do Rio 2007, que também teve o torneio de Atletismo disputado no Engenhão.
A missão na Olimpíada foi garantir uma assistência eficiente, além de responder pela comunicação direta junto à Direção Geral dos Serviços Médicos.
As ações da área foram inúmeras. Entre as principais tarefas estavam a de gerenciar os serviços clínicos e supervisionar todos os profissionais designados para o Engenhão: médicos, enfermeiros, socorristas, fisioterapeutas, massoterapeutas e auxiliares.
Igualmente fundamental foi atuar como agente de ligação entre o Engenhão, a Policlínica na Vila Olímpica e os hospitais de referência da cidade, à disposição da organização.
“ Foi importante também assegurar que as indicações de transferências para a Policlínica estivessem adequadas, assim como coordenar o serviço para transferência de pacientes”, recorda Cristiano. Nas transferências para a Policlínica ou hospital referência, era o Serviço Médico quem determinava o tipo de ambulância para transporte e comunicava as informações necessárias.
Cabia ao gerente médico do Rio 2016 no Engenhão conhecer os médicos das delegações, apoiando sempre que solicitado. No caso da Seleção de Atletismo do Brasil, o médico responsável foi Warlindo Carneiro da Silva Neto.
Era obrigatório notificar ao COI sobre os acidentes e traumatismos de maior proporção, atender os trabalhadores e membros das delegações, dar assistência aos espectadores.
Outro trabalho era divulgar as regras da Associação Mundial Antidoping( WADA), sobre medicamentos e métodos proibidos aos atletas, e monitorar a prescrição de medicamentos.
36