MUNDIAL
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Wagner Carmo / CBAt
O decatleta Luiz Alberto de Araújo já está qualifi cado para Londres 2017
em 1983 e a Zequinha, nos dois Campeonatos seguintes.
Luiz Antonio dos Santos ganhou bronze na maratona em Gotemburgo, na Suécia, em 1995, Sanderlei Parrela levou a prata nos 400 m em Sevilha 1999, Jadel Gregório também ganhou prata em Osaka, no Japão, em 2007.
O 4x100 m masculino, bronze em 1999, além de Claudinei Quirino teve André Domingos da Silva, Edson Luciano Ribeiro e Raphael Raymundo de Oliveira. André e Edson ganharam prata na prova em Paris, na França, em 2003, junto com Vicente Lenilson de Lima e Claudio Roberto Souza.
Em 1997, a IAAF decidiu realizar simultaneamente o Campeonato Mundial de Atletismo e a Copa do Mundo de Maratona. A classificação individual dava o pódio do Campeonato Mundial, e o resultado por equipes, a classificação da Copa do Mundo( somados os tempos dos três primeiros atletas de cada país).
Na capital grega, aliás, o Brasil ganhou bronze na Copa, graças aos resultados de Luiz Antonio dos Santos( 5 º com 2:15:31), Vanderlei Cordeiro de Lima( 23 º com 2:21:48) e Osmiro Souza Silva( 36 º com 2:25:37).
Com uma história consistente nas 15 edições disputadas, a CBAt já iniciou seu planejamento para levar uma equipe forte ao 16 º Mundial.“ Não paramos nunca o trabalho”, diz o presidente da Confederação, Toninho Fernandes.“ Terminados os Jogos do Rio, começamos a trabalhar o novo ciclo olímpico, que nos levará a Tóquio 2020”, continua Toninho.
“ O Mundial de Londres é o primeiro grande passo rumo a Tóquio, é um momento importante na longa caminhada”, conclui o presidente da CBAt.
O superintendente de Alto Rendimento da Confederação, Antonio Carlos Gomes, lembra que os critérios de formação da Seleção Nacional já estão definidos.“ Vamos utilizar os índices e os prazos estabelecidos pela IAAF”, fala Antonio Carlos.
“ A única exigência, além do índice, é que o atleta esteja entre os 40 primeiros de sua prova no Ranking Mundial de 2017 na data da convocação”, explica.“ No caso, será utilizado o Ranking Olímpico, isto é, se considera apenas os três primeiros atletas de cada país”, complementa.
O dirigente lembra que a preparação ocorre em dois momentos:“ No primeiro, o atleta trabalha com o treinador de sua equipe. Quando convocado, passa a ter, também, o apoio da comissão técnica da Seleção Brasileira e dos profissionais da equipe interdisciplinar, como médicos, fisioterapeutas, massoterapeutas, psicólogos, nutricionistas.”
Até 23 de abril estes atletas haviam feito os índices: Luiz Alberto de Araújo( decatlo), Thiago Braz( salto com vara), Caio Bonfim( marcha atlética 20 km e 50 km), Jonathan Rieckmann( marcha atlética 50 km), Paulo Roberto de Paula( maratona), Andressa de Morais e Fernanda Borges( lançamento do disco), Geisa Arcanjo( arremesso do peso), Thiago André( 800 m), Talles Silva( salto em altura), Erica Sena( marcha atlética 20 km), Geisa Coutinho( 400 m), Nubia Soares( triplo) e na maratona feminina: Mirela de Andrade, Adriana Aparecida da Silva, Valdilene dos Santos e Andréia Hessel.
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