completou os 42,195 km no 15 º lugar, em 2:13:56, alcançando o melhor tempo pessoal na temporada.
Os outros resultados na Olimpíada foram os seguintes: Marilson Gomes dos Santos( BM & FBovespa-SP), 59 º, 2:19:09, e Solonei Rocha da Silva( Orcampi Unimed-SP), 78 º 2:22:05, no masculino; Adriana da Silva, 69 ª, 2:43:22; Marily dos Santos( Veteranos BA), 78 º, 2:45:08; e Graciete Santana( Cruzeiro / Caixa-MG), 128 º, 3:09:15, no feminino.
No Ranking CAIXA CBAt de Corredores, o tradicional circuito que em 2016 teve 19 etapas, o destaque foi o pernambucano Wellington Bezerra da Silva, que assegurou o bicampeonato no masculino, com uma etapa de antecedência. O atleta do Cruzeiro / Caixa( MG), de 28 anos, garantiu o título ao completar a Volta Internacional da Pampulha, no dia 4 de dezembro, em sétimo lugar, com o tempo de 53:57. Ele foi o segundo brasileiro mais bem colocado, atrás de cinco africanos e do vencedor Giovani dos Santos.
Nascido a 19 de junho de 1988, na cidade de Tupanatinga, o corredor somou 314 pontos nas primeiras 18 etapas do evento, 81 a mais do que o goiano Pablo Fagundes da Costa, seu companheiro de equipe, segundo colocado na classificação.
A única certeza para 2017 é ir visitar a Basílica de Aparecida nas férias de janeiro, logo depois da disputa da São Silvestre, num ritual que se repete a cada ano.“ Vou agradecer às bênçãos recebidas e pedir proteção para mais uma temporada de competições. Vou também para a praia para descansar”, lembrou o bicampeão do Ranking, que é o melhor sul-americano na lista da CONSUDATLE nos 25 km, com 1:15:36, tempo obtido em 18 de março, em Aracaju( SE).
Quanto à temporada de 2017, ele ainda vai conversar com o técnico Alexandre Minardi, do Cruzeiro / Caixa. A tendência é disputar algumas provas na distância de meia maratona( 21,1 km) no início do ano.
No feminino, a situação do Ranking ainda estava indefinida antes da disputa da São Silvestre. A maranhense
Maria Regina Santos Seguins( LUASA / Caixa-SP) seguia na liderança, com 276 pontos, 22 a mais do que a vice-líder Maria Aparecida Ferraz, sua companheira de clube.
Em 18 de 19 etapas disputadas do Ranking em 2016, 208 corredores haviam marcado pontos, sendo 136 no masculino e 72 no feminino.
A Confederação Brasileira de Atletismo em 2016 deu o Permit para 31 corridas nacionais, sendo 12 na categoria Ouro e 19 na Prata. A graduação máxima é recebida pelas provas tradicionais, que atendem às exigências da Associação Internacional das Federações de Atletismo e contam com delegados da CBAt, percursos aprovados, além ambulâncias, normas de segurança de trânsito e testes antidopagem, entre outros itens estabelecidos em normas específicas.
A corrida de rua deixou de ser apenas uma prova para atletas de alto nível e virou festa em nome da qualidade de vida. Por isso, ano após ano, recordes são batidos em número de participantes. Provas como a São Silvestre, Volta da Pampulha, Meia Maratona do Rio de Janeiro, Maratona de São Paulo, Corrida de São Sebastião, 10 km da Tribuna FM( Santos), sempre têm suas inscrições encerradas antes do prazo porque o número limite de corredores é atingido.
A Corrida de São Silvestre, criada pelo jornalista Casper Líbero, em 1925, tornou-se a principal prova de rua da América Latina. Na edição de 2016, ainda em novembro, as 30 mil vagas disponíveis haviam sido preenchidas, com os inscritos prontos para completar os 15 km da competição no último dia do ano por avenidas de São Paulo.
Além das provas que recebem os Permits Ouro e Prata da CBAt, as Federações são responsáveis pelas provas estaduais. Em 2016, estavam previstas a realização de cerca de mil corridas oficiais em todo o País. Só a Federação Paulista autorizou a disputa de 345 provas. As principais competições aprovadas pelas Federações Estaduais recebem o selo Bronze e estão no calendário de corridas do site da Confederação.
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