SEQUÊNCIA 6:
páginas do livro A
Ave (Wladimir Dias
Pino, 1956).
SEQUÊNCIA 7: Livro
Sol (Almandrade, 2ed.
2016); Reduchamp
(Augusto de Campos
e Júlio Plaza, 2ed.
2009); Homenagem
a Man Ray (Paulo
Bruscky, 1996); Vazio
(Almandrade).
artistas visuais adotaram estratégias
poéticas que tinham no objeto
livro um campo com potência de
expansão para além dos aparentes
limites estabelecidos pela anatomia
hermética dos livros funcionais.
Contudo, foi a partir da década de
1970 que o termo “livro de artista”
passou a ser usado para referenciar
um tipo de obra que não poderia
ser classificada facilmente como
manifestação das artes visuais
e, apesar de se aproximar do
formato livro, muitas vezes possuía
características particulares que a
diferenciava do que se entendia
como tal (HELLION, 2003).
Várias autoras e autores 2 se
arriscaram a definir limites e
classificações para esse tipo de arte.
Para Derdyk (2013), talvez essa busca
de contornos mais estáveis para
algo de natureza tão transitória e
móvel, seja de fato o grande mérito
de todo o debate teórico que cerca
este gênero. “Há tantas definições
para livros de artista quantas forem
as poéticas experimentadas” (NEVES,
2012, p. 90), portanto, usaremos
esse termo como um “guarda-chuva”
sob o qual abrigam-se várias formas,
processos e teorias relacionadas
aos caminhos e experimentações
realizadas com o objeto livro em
Salvador, nos últimos anos.
SEQUÊNCIA 8-9:
imagens de mão
folheando os livros de
Silveira (2001), Cadôr
(2016) e Derdyk (2013).
(2) Paulo Silveira
(2001) faz um excelente
resumo do pensamento
de autores e autoras
como: Riva Castleman
(1994), Johanna Druker
(1995), Anne Moeglin-
Delcroix (1997),
Clive Phillpot (1982).
Mais recentemente,
Edith Derdyk (2012)
e Amir Cadôr (2016)
se destacaram entre
outros pensadores
do livro de artista
no Brasil.
SEQUÊNCIA 10:
imagens do vídeo Dia
de Produção, da editora
Tiragem. Disponível
em: https://vimeo.
com/180166427