REVISTA MIOLO Miolo_12_05_2019 | Page 100

Fig 6. Flavia Kitasato, Dear lover, goodbye. São Paulo: Edições Breu, 2018. 102 ou de editoras independentes. Estes dois circuitos de produção permitem ver soluções físicas e transformações possíveis nos modos estabelecidos. Propostas que chocam com o livro convencionalmente estabelecido. O fazer artesanal em paralelo ao fazer industrial cria fronteiras hibridas e estratégias de criação e execução que não são particulares a esta época mas que nos volta às origens da produção do livro, o que a partir de um olhar ao passado permite entender as práticas do presente e as possíveis estratégias de produção. Referências: CADÔR, Amir Brito. O signo infantil em livros de artista. Pós: 3, Belo Horizonte UFMG, v. 2, n.3, p. 59-72, 2012. FEBVRE, Lucien; MARTIN, Henry- Jean. O aparecimento do livro. São Paulo: Editora Universidade Estadual Paulistana, Hucitec, 1992. CAMARGO, Mário. Gráfica: arte e indústria no Brasil: 180 anos de História. 2. ed. São Paulo: Bandeirantes Gráfica. 2003. HASLAM, Andrew. O livro e o designer II: Como Criar e Produzir Livros. São Paulo: Rosari, 2007. CARDOSO, Rafael. O design brasileiro antes do design: aspectos da história gráfica, 1870-1960. São Paulo:Cosac Naify, 2005. López, C., A. Quintana Isaías, M.V. Meeren. Papel amate. CONABIO. Biodiversitas 82:11-15, 2009.