Fig 6. Flavia Kitasato,
Dear lover, goodbye.
São Paulo: Edições
Breu, 2018.
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ou de editoras independentes. Estes dois circuitos de produção permitem
ver soluções físicas e transformações possíveis nos modos estabelecidos.
Propostas que chocam com o livro convencionalmente estabelecido. O fazer
artesanal em paralelo ao fazer industrial cria fronteiras hibridas e estratégias
de criação e execução que não são particulares a esta época mas que nos volta
às origens da produção do livro, o que a partir de um olhar ao passado permite
entender as práticas do presente e as possíveis estratégias de produção.
Referências:
CADÔR, Amir Brito. O signo
infantil em livros de artista.
Pós: 3, Belo Horizonte UFMG,
v. 2, n.3, p. 59-72, 2012. FEBVRE, Lucien; MARTIN, Henry-
Jean. O aparecimento do livro.
São Paulo: Editora Universidade
Estadual Paulistana, Hucitec, 1992.
CAMARGO, Mário. Gráfica: arte
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de História. 2. ed. São Paulo:
Bandeirantes Gráfica. 2003. HASLAM, Andrew. O livro e o
designer II: Como Criar e Produzir
Livros. São Paulo: Rosari, 2007.
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