Rita Rodrigues
Gerente de Projetos na Alelo, formada em Análise de Sistemas pela UNIP.
Cursou MBA de TI Aplicada à Estratégia, pela FGV. Especializou-se em docência e cursa Pós MBA em Gerenciamento Avançado de Projetos. Atuou em diversas áreas como Governança de TI, Segurança da Informação, Processos e Auditoria, em empresas como KPMG, Vivo, Banco Alfa, Ipiranga e Bradesco.
• Provocar, durante a definição de escopo, que cada integrante da equipe pense como se fosse o cliente. Independentemente de suas especialidades, todos os integrantes podem opinar e construir uma lista de requisitos que garantirão uma boa especificação do produto;
• Trazer para a equipe a construção do melhor caminho de correção de desvios ou de mitigação de riscos, quando necessário;
• Promover discussões entre as pessoas que serão impactadas positiva e negativamente pelo projeto, com objetivo de minimizar resistências pós implantação;
• Proporcionar interações entre projetos relacionados, a fim de aproveitar sinergias ou experiências já vividas.
Porém, assim como os atores e dançarinos, esses profissionais precisam ser preparados para tais situações. Para proporcionar um ambiente colaborativo em projetos, é necessário romper barreiras culturais.
É preciso proporcionar treinamentos que permitam esses profissionais vivenciar experiências lúdicas e educativas para que eles possam exercitar a colaboração e entender a importância da união para o resultado coletivo.
E você Líder Coach, qual o seu papel no palco da sua Vida?
E na vida de seus atores liderados?
REVISTA LIDER COACH | Abril | 29