Revista LiteraLivre Revista LiteraLivre 4ª edição | Page 145
LiteraLivre nº 4
Como dessa vez ida
Não teria regresso
Para existência conhecida
Sem permissão de acesso
À princesa anuência
De coração, doce verso
Na sua bela essência
Que era muito preciosa
Como jóia de vivência
Na terra mais vistosa
Em ducado de vila
Engrandecida na prosa
Ou poema de fila
Que tantos faziam
Com princesa a senti-la
A poesia que aplaudiam
Uma feita serenata
Quando alguns diziam
Dar ela por cordata
Sua feliz concordância
E mais ainda na data
Que seria de importância
No além por chegada
Longe da então ânsia
De ceia por abraçada
E juntos no oficial
Solenidade cumprimentada
No aposento ideal
140