Revista Elas nov. 2019 | 页面 29

Laerte PREVENÇÃO DE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS O uso de medicamentos para preservar a saúde, bem como as mudanças comportamentais do século XXI, tem proporcionado recursos que melhoram a qualidade de vida da nova geração de “idosos”. Isso tem influenciado positivamente na sexualidade dos indivíduos, fazendo com que estes se sintam estimulados para continuar mantendo uma relação física e sexual com seus parceiros. Entretanto, nos últimos anos, o número de diagnósticos confirmados de doenças sexualmente transmissíveis (DST’s) entre pessoas de 60 a 90 anos de idade aumentou consideravelmente e as infecções têm sido um fator problemático para a saúde, principalmente pela não utilização do preservativo. Niura A. Fer revelou não tomar cuidados especiais neste caso, pois tem certeza da fidelidade de seu companheiro e, assim como ela, muitos acreditam que estar dentro de um relacionamento duradouro e de longos anos, os livram do contágio de certas enfermidades, mas não é bem isso que Fonte:http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2017/bole- tim-epidemiologico-hivaids-2017 Mesmo que haja uma diminuição da frequência das atividades sexuais, uma pessoa na terceira idade não perde os desejos e as vontades. Mas em alguns casos, os indivíduos com problemas íntimos (como o tempo maior de ereção ou a perda de interesse e de estímulos sexuais) recorrem a fórmulas e medicamentos que prometem aumentar o “apetite sexual”. Uns de fato cumprem com tais propósitos; porém outros, acabam comprometendo a saúde de quem os utiliza. É sempre importante lembrar que cada organismo funciona de forma diferente e a utilização de determinadas substâncias, acrescidas a problemas prévios de saúde, é um risco alto e pode comprometer o funcionamento adequado do corpo, ocasionando até a morte. Sobre isso, a Dra. Paula Lenza comenta que “é importante tomar muito cuidado com medicamentos que prometem milagres. Nunca se deve tomar remédios antes de consultar um médico. Recomenda-se também fazer exames regulares para conferir como anda a saúde”, diz ela. Portanto, um especialista deve ser consultado para diagnosticar o remédio mais apropriado para cada cada pessoa. 2 9