Laerte
PREVENÇÃO DE DOENÇAS
SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
O uso de medicamentos para preservar a
saúde, bem como as mudanças comportamentais
do século XXI, tem proporcionado recursos
que melhoram a qualidade de vida da nova
geração de “idosos”. Isso tem influenciado
positivamente na sexualidade dos indivíduos,
fazendo com que estes se sintam estimulados
para continuar mantendo uma relação física e
sexual com seus parceiros.
Entretanto, nos últimos anos, o número
de diagnósticos confirmados de doenças
sexualmente transmissíveis (DST’s) entre
pessoas de 60 a 90 anos de idade aumentou
consideravelmente e as infecções têm
sido um fator problemático para a saúde,
principalmente pela não utilização do
preservativo. Niura A. Fer revelou não tomar
cuidados especiais neste caso, pois tem
certeza da fidelidade de seu companheiro e,
assim como ela, muitos acreditam que estar
dentro de um relacionamento duradouro
e de longos anos, os livram do contágio de
certas enfermidades, mas não é bem isso que
Fonte:http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2017/bole-
tim-epidemiologico-hivaids-2017
Mesmo que haja uma diminuição
da frequência das atividades sexuais, uma
pessoa na terceira idade não perde os desejos
e as vontades. Mas em alguns casos, os
indivíduos com problemas íntimos (como
o tempo maior de ereção ou a perda de
interesse e de estímulos sexuais) recorrem
a fórmulas e medicamentos que prometem
aumentar o “apetite sexual”. Uns de fato
cumprem com tais propósitos; porém outros,
acabam comprometendo a saúde de quem
os utiliza. É sempre importante lembrar que
cada organismo funciona de forma diferente
e a utilização de determinadas substâncias,
acrescidas a problemas prévios de saúde, é um
risco alto e pode comprometer o funcionamento
adequado do corpo, ocasionando até a morte.
Sobre isso, a Dra. Paula Lenza comenta que
“é importante tomar muito cuidado com
medicamentos que prometem milagres. Nunca
se deve tomar remédios antes de consultar um
médico. Recomenda-se também fazer exames
regulares para conferir como anda a saúde”,
diz ela. Portanto, um especialista deve ser
consultado para diagnosticar o remédio mais
apropriado para cada cada pessoa.
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