Revista de Medicina Desportiva Informa Maio 2016 - Page 7

passos , a resposta social prestada pela Clínica assumiu-se como preponderante na cidade do Porto . Os tempos hoje são outros e também as necessidades mudaram . Mas o espírito inovador da Clínica Médica da Foz mantém-se . Desde 2013 que a Clínica tem vindo a dedicar-se à Medicina Desportiva como área central de atuação , colaborando com múltiplos atletas , clubes , associações e federações na prevenção e reabilitação de lesões , na melhoria da performance , na avaliação médico- -desportiva e no apoio a eventos desportivos . Pautando a sua atuação por elevados padrões de qualidade e alicerçada na experiência acumulada dos profissionais que constituem o seu mais distintivo recurso , a Clínica tem vindo a desenvolver cada vez mais valências na área da Medicina Desportiva . Nesta linha , criou recentemente condições para intervir na reabilitação funcional em meio aquático ( piscina ), ondas de choque , pressoterapia , ozonoterapia e fatores de crescimento , entre outras . Na génese da Clínica Médica da Foz esteve a convicção de que a doença não escolhe hora nem local , sendo obrigação dos serviços clínicos estar disponíveis para acorrer às necessidades dos seus utilizadores . Continua a ser essa a convicção e é por isso que hoje fazem questão de garantir aos atletas um acompanhamento 24 horas por dia , todos os dias . É nesta relação de constante proximidade que esperam , no futuro , continuar a crescer . ■
O reconhecimento da importância da vitamina D é cada vez mais comum . Existe até um sítio na internet – Fórum D ( http :// forumd . org /) – com o objetivo de fornecer cada vez mais informação sobre a sua utilidade . Logo na página de abertura lê-se que “ a vitamina D é cholecalciferol , mais hormona do que vitamina . E as carências hormonais podem ter consequências gravíssimas ”, nas palavras do cardiologista William Davis . Várias perguntas e aspetos são abordados : o que é , como se obtém , a exposição à radiação ultravioleta , o que é a sua deficiência e a epidemia global , a toxicidade e a suplementação .
Também os benefícios para os vários órgãos , sistemas e patologias são abordados em links individuais . Na secção “ Base científica ” podem encontrar-se muitos “ estudos científicos mundiais ”. Logo ao lado encontra-se a “ Declaração D 2015 ”, em que o “ documento apresenta a síntese das revisões científicas apresentadas ao Fórum D 2015 , realizado em Coimbra , em 3 de Outubro de 2015 ”, no qual se concluiu sobre os “ Valores Normais de Vitamina D ”, “ Vitamina D - Necessidades diárias . Fontes : dieta e sol ”, “ Estado da epidemia e do seu combate ”, “ Carência de Vitamina D - indícios clínicos e laboratoriais ” e “ Vitamina D e doença cardiovascular - o que sabemos ?”, entre outras conclusões . O “ Fórum D no Youtube ” permite ver os vários vídeos sobre vitamina D na Internet . É um site muito agradável , clean , em todo esverdeado que encanta a visão . Merece ser visitado , pois “ Vitamina D - Parece simples , mas será que sabe mesmo o quanto a sua saúde depende dela ?”. ■
http :// www . europeanobesityday . eu /. ■
A recém-criada Associação de Internos de Medicina Desportiva ( MD ), conta com seis membros , em conjunto com o Departamento de Medicina Desportiva do Instituto Português do Desporto e Juventude ( IPDJ ) realizaram no Auditório do Centro de Medicina Desportiva de Lisboa , nos dias 15 e 16 de abril , a 1 .ª edição das Jornadas de Medicina Desportiva e do Exercício . Houve 120 inscrições sendo a maioria jovens médicos , muitos da especialidade de medicina geral e familiar e muitos pós-graduados em MD . No dia 15 realizaram-se os workshops “ Exame objetivo ( Avaliação do atleta com Omalgia e Gonalgia )”, “ Viscossuplementação ” e “ Prescrição do Exercício Físico ”, cuja participação foi plena e entusiasta . No dia 16 foram abordadas as temáticas relacionadas com a especialidade e com a avaliação do atleta . Os temas das lesões musculares e da nutrição desportiva foram superiormente abordados e discutidos , mas a importância do médico da Medicina Geral e Familiar e dos centros de medicina não foi esquecida . Para além das sessões plenárias , as Jornadas permitiram a participação através das comunicações livres ou da apresentação de pósteres . O Dr . José Pedro Marques , o seu principal impulsionador , assim como os restantes membros da Associação de Internos de MD , estão de parabéns pela realização , mas também pela semente lançada e que permitirá a sustentabilidade da especialidade de MD .
Revista de Medicina Desportiva informa Maio 2016 · 5
passos, a resposta social prestada pela Clínica assumiu-se como preponderante na cidade do Porto. Os tempos hoje são outros e também as necessidades mudaram. Mas o espírito inovador da Clínica Médica da Foz mantém-se. Desde 2013 que a Clínica tem vindo a dedicar-se à Medicina Desportiva como área central de atuação, colaborando com múltiplos atletas, clubes, associações e federações na prevenção e reabilitação de lesões, na melhoria da performance, na avaliação médico-desportiva e no apoio a eventos desportivos. Pautando a sua atuação por elevados padrões de qualidade e alicerçada na experiência acumulada dos profissionais que constituem o seu mais distintivo recurso, a Clínica tem vindo a desenvolver cada vez mais valências na área da Medicina Desportiva. Nesta linha, criou recentemente condições para intervir na reabilitação funcional em meio aquático (piscina), ondas de choque, pressoterapia, ozonoterapia e fatores de crescimento, entre outras. Na génese da Clínica Médica da Foz esteve a convicção de que a doença não escolhe hora nem local, sendo obrigação dos serviços clínicos estar disponíveis para acorrer às necessidades dos seus utilizadores. Continua a ser essa a convicção e é por isso que hoje fazem questão de garantir aos atletas um acompanhamento 24 horas por dia, todos os dias. É nesta relação de constante proximidade que esperam, no futuro, continuar a crescer. ■ O reconhecimento da importância da vitamina D é cada vez mais comum. Existe até um sítio na internet – Fórum D (http://forumd. org/) – com o objetivo de fornecer cada vez mais informação sobre a sua utilidade. Logo na página de abertura lê-se que “a vitamina D é cholecalciferol, mais hormona do que vitamina. E as carências hormonais podem ter consequências gravíssimas”, nas palavras do cardiologista William Davis. Várias perguntas e aspetos são abordados: o que é, como se obtém, a exposição à radiação ultravioleta, o que é a sua deficiência e a epidemia global, a toxicidade e a suplementação. Também os benefícios para os vários órgãos, sistemas e patologias são abordados em links individuais. Na secção “Base científica” podem encontrar-se muitos “estudos científicos mundiais”. Logo ao lado encontra-se a “Declaração D 2015”, em que o “documento apresenta a síntese das revisões científicas apresentadas ao Fórum D 2015, realizado em Coimbra, em 3 de Outubro de 2015”, no qual se concluiu sobre os “Valores Normais de Vitamina D”, “Vitamina D - Necessidades diárias. Fontes: dieta e sol”, “Estado da epidemia e do seu combate”, “Carência de Vitamina D - indícios clínicos e laboratoriais” e “Vitamina D e doen H\[ݘ\[\ H]YHX[['K[H]\˜ۘ\Y\˰8'ܝ[H[]Xx'B\Z]H\\[Y[؜B][Z[HH[\] 0H[H]B]Z]YܘY0][ X[[H™\ݙ\XY]YH[[HH\˂Y\XH\\]Y\8'][Z[B H\XH[\\X\\H]YBXHY\[]X[HXHpB\[H[O'K8'Hؙ\YYH0H[HXZ[ܙ\™\Y[HpH0XHX[ŒK0H[XH\Y[ZXH]YH\HB]\K[H[p0]X[[HYZ]YXY[x'K\[BYpHH0Y[HH[\]\B][]YH0H[XH[XX]]HH\Xp]\ZXH\H\YBؙ\YYKH[XpXZ\[XB^\HXH]\]H[H[›ؚ]]8'][Y[\ۚX[Y[™HH\Y[\HHX\YYBHp]Y\H][]\]K]Y\H][X[ۘ[\HHY[ܚXHB][][Y[HZYY'K\H[\[H\XHZZ]˜H^\H\ SPψ ZLBHؙ\ SPόLK[YH[\[Y[\[H[\pY\™\[HYHHY[ܘ\ؘ[Y[HHpHHH]X[YYHHYK[H[H\Yܙ\HZYYBpK[\H[YY\0]X\˜H۝YH[ܛYHH][Y[\HۜpꛘXH\H\H[p]Xœ؛[XK\H[H\Y›XH HHXZ[[HXYH[XH0N8'p\H[H]\XZ\œ]Y0][8'KHۜ[H\H0Y[B\Z]HXX\ۜ[؈‚[HH[\HH[\]X\[H[X[H\[›[\H۝p[X[ۘY˜HHؙ\YYN8'X؜HBؙ\YYx'K8'pY\\H[H]\›Y[ܸ'K8'\HZYO'K8'[\˜]\Y\HY]Y\[Hؙ\YYx'K8'Y\H\YXHHؙ\YYx'K8'][Hؙ\YYx'H8'][Y[Hؙ\YYx'K0H[B]HH\[HXZ\[ܛXp\[YH[H[]Z]X]BH\HX[Z]\K^\BZ[HHX[YYHHXX\BHHX[\]X[^Y؜H\BXK\[ܛX\H[ܘYHBK[XZ[ 0H؜Y]0ܚ[\]0K[Έ˙]\X[ؙ\]Y^K]Kˈ8HX[KXܚXYH\XpB[\HYYX[H\ܝ]BQ K۝HHZ\Y[X[Bۚ[H\\[Y[BYYX[H\ܝ]H[]]”ܝYp\ܝH][YBTHX[^\[H]Y]0ܚ[[HYYX[H\ܝ]HB\؛KX\ MHH MHX[ BKYp\ܛY\HYYX[B\ܝ]HH^\X[ˈ]H L[ܚpY\[HXZ[ܚXHݙ[›pYX]Z]H\XX[YYHBYYX[H\[H[Z[X\H]Z]œ0YܘYXY[HQ XH MBX[^\[K\Hܚ8'^[YBؚ]] ][Xp]]HBX[XHHۘ[XJx'K8'\\[Y[p'HH8'\ܚp^\X[‘\X'KZH\X\pH[HB[\X\KXH Mܘ[HXܙY\\[p]X\[X[ۘY\˜HH\XX[YYHHHH][Xp]]K[X\\\Y\›]\[\\HH]p\ܝ]Bܘ[H\\[ܛY[HXܙYB\]YX\H[\ܝ0蛘XH›pYXHYYX[H\[H[Z[X\H[HYYX[HB\]YXYK\H[0[H\\Y\œ[\X\\ܛY\\Z]\[BH\X\p]]\\][XpY\]\HH\\[pB0\\ˈHYX\]Y\œ]H[\[[\[[ۘY܋\[B[\[\Y[XB\XpH[\HQ \0™H\X[[HX[^pX\[X[H[H[Y[H[YHB]YH\Z]\HH\[X[YYHB\XX[YYHHQ ]\HHYYX[H\ܝ]H[ܛXHXZ[ M0 B