Revista de Medicina Desportiva Informa Julho 2016 - Page 7

Bibliografia Fig. 4. O padrão da MAVD caracteriza-se por não existir elevação segmento ST, pelo aspeto simétrico da inversão da onda T nas derivações V1-V3 e, por vezes, onda épsilon (seta). 1. Bayes de Luna A, Brugada J, Baranchuk A, Borggrefe M, Breithardt G, Goldwasser D et al. Current electrocardiograhpic criteria for diagnosis of Brugada pattern: a consensus report. J Electrocardiol 2012;45:433-42. 2. Ovídio Costa, Patrícia Costa e João Primo. O electrocardiograma do atleta. Brugada ou fenocópia de Brugada. Revista de Medicina Desportiva informa, 2015;6 (1),27-29. A Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, atenta à necessidade formativa pós-graduada e conhecendo a dificuldade que muitos profissionais têm em se deslocar, decidiu disponibilizar recursos de ensino à distância nas pós-graduações de especialização em medicina desportiva, em reabilitação em medicina do exercício e do desporto e em geriatria. Atualmente estão inscritos na medicina desportiva 102 alunos, na reabilitação em medicina do exercício e desporto 60 alunos e na geriatria 75 alunos, a maioria dos quais estão a frequentar à distância. O porquê do curso de pósgraduação em Medicina Desportiva da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto se intitular “Curso de Especialização” às da componente curricular de 2.º ciclo, com um mínimo de 30 créditos ECT´S. b. Cursos de estudos avançados – Curso não conferente de grau, com enquadramento e exigências correspondentes às da componente curricular de 3.º ciclo, com um mínimo de 30 créditos ECT´S. Às dúvidas que possam estar a ser levantadas relativamente à terminologia utilizada para caracterizar estes cursos, poderemos responder da seguinte forma: 1. O  curso confere alguma especialização em Medicina Desportiva? NÃO. Como qualquer curso do ensino pós-graduado, não confere nem grau, nem competências. 2. O  curso de pós-graduação em Medicina Desportiva é exigido no programa de formação da área profissional de especialização em Medicina Desportiva? NÃO. A portaria 302/2009 de 24 de Março, que regulamenta a formação em Medicina Desportiva, refere que a frequência com aproveitamento num curso de pós-graduação em Medicina Desportiva deverá ser valorizada na avaliação final (ponto 6.2.3) Logo, embora seja importante, não é obrigatório. O curso ministrado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto confere um diploma universitário, reconhecido em toda a Europa.Porque respeita o Processo de Bolonha e se rege pelas regras impostas pela Reitoria da Universidade do Porto (http://expresso.sapo.pt/queroestudarmelhor/qemnoticias/o-que-significa-realmente-o-processo-de-bolonha=f752512). O Regulamento de criação, acreditação interna e creditação dos cursos de formação na área da educação contínua da Universidade do Porto no capítulo II, Criação de Cursos, artigo 2.º estabelece: 1. A U. Porto oferece cursos/unidades de formação não conferentes de grau, com diferentes níveis de exigência correspondentes à seguinte tipologia: • Cursos de nível pós-graduado para aprofundamento de conhecimentos e competências: a. Cursos de especialização – Curso não conferente de grau, com enquadramento e exigências correspondentes Prof. Doutor Ovídio Costa Prof. Doutor João Espregueira Mendes Prof. Doutor André Moreira Prof. Doutor Carlos Vaz 6ª feiras das 14h30 às 18h30 e sábados das 9h00 às 13h00 De Outubro 2016 a Julho 2017 Revista de Medicina Desportiva informa Julho 2016 · 5