Revista By Corpo - Agosto-15 - Edição 28 | Page 19
Este homem que eu admiro tanto, com todas as suas virtudes e
também com seus limites. Este homem com olhar de menino,
sempre pronto e atento, mostrando-me o caminho da vida, que está
pela frente.
Este mestre contador de histórias traz em seu coração tantas
memórias, espalha no meu caminhar muitas esperanças, certezas e
confiança.
Este homem alegre e brincalhão, mas também, às vezes, silencioso
e pensativo, homem de fé e grande luta, sensível e generoso.
O abraço aconchegante a me acolher, este homem, meu pai, com
quem aprendo a viver. Pai, paizinho, paizão… meu velho, meu
grande amigão, conselheiro e leal amigo: infinito é teu coração.
Obrigado, pai, por orientar o meu caminho, feito de lutas e
incertezas, mas também de muitas esperanças e sonhos.