Revista ALPHA | Page 6

"UFOs: Liberdade de Informação Já", tem tido um enorme êxito. Nós já conseguimos desclassificar mais de 4.000 páginas de documentos secretos/sigilosos que mostram que a Força Aérea do Brasil investigou, e ainda investiga, casos de avistamentos de UFOs. Vejo a ufologia brasileira como uma das mais vitoriosas neste sentido.

Já que estamos tratando da realidade da visita de extraterrestres ao nosso planeta, quais seriam as intenções desses seres ao nos visitarem? Você acredita na questão que existiriam extraterrestres malevolentes e outros que seriam benevolentes? Você acha que estamos próximos de um contato final com estes seres, ou seja, um contato oficial e definitivo da nossa sociedade com extraterrestres?

Como eu acredito que somos visitados por seres extraterrestres de várias raças, suas intenções também são variadas. Nós temos registros de seres que apenas vem para observar o nosso cotidiano, outros vem recolher materiais terrenos, e aqueles que conduzem experimentos com seres humanos.

Assim como tudo na vida, existem sempre dois lados. E ainda no caso dos alienígenas, tem um terceiro: o neutro. E é esse, na minha opinião, o lado onde a maior parte dos extraterrestres se concentram. Existem relatos de batalhas de UFOs, como o ocorrido sobre os céus de Nuremberg, Alemanha, em 1561, ou os Vimanas na Índia. Se eles quisessem nos destruir, tem tecnologia suficiente para isso e se quisessem nos ajudar, teriam impedido inúmeros eventos naturais; portanto, para mim, o que eles querem é realizar suas tarefas e ir embora.

Esse contato oficial já ocorreu, mas não foi oficializado para a sociedade. Acho muito pouco provável que nenhum governo do mundo ainda não tenha, pelo menos, conseguido algum tipo de “conversa”, mas a cada dia que passa, com muitos governos liberando suas informações sobre os UFOs, e as pessoas cada vez mais aceitando a idéia de que não estamos a sós no universo, esse contato final ocorrerá de forma natural. O que devemos nos perguntar após isso é: por que as autoridades nos esconderam a verdade por tanto tempo? Essa é a resposta que buscaremos após o “Dia D”.

Você acabou de escrever um novo livro “Tipologia extraterrestre” fale um pouco sobre ele e como foi realizado.

Esse livro levou quase 3 anos para ser escrito. E, como pesquisador, sentia muita falta de ter um guia para eu utilizar em meus estudos sobre a tipologia dos seres extraterrestres. É claro que existem outros livros sobre o tema, por isso procurei ser mais completo e prático para que qualquer pessoa seja um ufólogo, um apaixonado pelo assunto e até mesmo um leigo, pudessem ler e entender um pouco mais. Analisei mais de 8 mil casos. Desses investiguei 1.477 que tinham as informações necessárias para escrever o livro. Além dos desenhos, baseados nos relatos das testemunhas, o livro trará um caso para cada tipologia, além de dados estatísticos desses quase 1.500 casos. Tenho certeza de que esse livro vai surpreender muita gente.

Como você analisa o atual momento da Ufologia Brasileira?

É o melhor momento já vivido. Com as ações tomadas pela Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), por vários pesquisadores, e principalmente pela campanha UFOs: Liberdade de Informação Já!

A Ufologia nacional está em alta no exterior, até mais do que no Brasil. Conseguimos, após muita batalha, a liberação de mais de 4 mil páginas de documentos sigilosos da Força Aérea Brasileira, e queremos mais! Além dos documentos do exército e da marinha.

Fora isso, em praticamente todos os programas de TV sobre Ufologia do Natgeo, History, Discovery e etc, tem a presença de um ufólogo nacional ou no mínimo um caso brasileiro. Isso é o resultado de um trabalho árduo, estressante e incansável da nossa parte.

Muitos cientistas hoje em dia colocam em cheque a veracidade do fenômeno UFO, eles alegam que a Ufologia não é uma área científica e não detêm provas reais e sólidas que provem que somos visitados por extraterrestres. Sendo assim, como você analisa o comportamento e o posicionamento desses cientistas?

É o posicionamento normal de um cientista. Eles vivem de comprovações para que algo seja confirmado como real. E para a ciência isso é necessário. Mas se você perguntar a um cientista, se ele acredita que possa existir vida inteligente fora da Terra, 99,9% dirão que sim.

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